Para dar strike, governo precisa abandonar o ópio da narrativa da “Dilma errada”

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Depois da morte do monstro Fidel, o número de pessoas de direita dizendo que “o socialismo fracassou” – quando infelizmente deu certo em Cuba, tanto que o genocida morreu com US$ 900 milhões de dólares de fortuna – foi assombroso. Republicanos em geral adotam a mesma narrativa. A fé cega na crença é, de fato, um dos grandes flagelos do pensamento republicano, acometendo principalmente pessoas de direita.

Tal comportamento também se manifesta em vários outros republicanos (sejam de direita, centro ou esquerda moderada) que assumiram o poder após a saída de Dilma.

O ouvido chegava a sangrar diante de frases como “Dilma cometeu muitos erros na economia”, quando a verdade ia na contramão: com o crime de responsabilidade, Dilma destruiu de propósito a economia em nome de um projeto de poder que nos levaria a ser uma Venezuela. Esse seria o resultado ambicionado, não um erro.

Pois bem. Já sabemos que usar a narrativa de que seu adversário “errou” (quando na verdade ele possui má intenção) é uma arrogância sem fim. É hora de abandonar essa arrogância.

Ultimamente os petistas estão se dedicando a uma nova frente da guerra de narrativas. Em relação ao governo, eles não dirão que “Temer errou”, mas que foi mal intencionado. Creio que é hora dos aliados de Temer fazerem o mesmo.

Donald Trump estava certo quando disse que Hillary e Obama chegavam ao cúmulo de não usar a expressão “terrorismo islâmico radical”. É o mesmo para o governo Temer. É um absurdo não usarem a seguinte expressão: “com seu crime fiscal, Dilma destruiu de propósito a economia”.

Decididamente é hora de começar a falar a verdade sobre os crimes de Dilma. É o melhor caminho para mostrar que os petistas e a escória da extrema-esquerda não possuem moral alguma em suas novas narrativas farsescas embebidas de moralismo sem moral.

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