Imigrante afegão estupra e mata filha de advogado da UE. Mídia de esquerda não dá a mínima.

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Conforme o Globo, um imigrante afegão de 17 anos foi preso por estupro e assassinato da filha de Clemens Ladenburger, um advogado de alto escalão da União Europeia (UE) na Alemanha.

Maria Ladenburger, de 19 anos, voltava de uma festa na cidade universitária de Freiburg quando foi violentada em 16 de outubro. Seu corpo foi encontrado no rio Dreisam. Porém, detalhes do caso só  foram divulgados na última sexta-feira, após a prisão do assassino/estuprador.

A polícia encontrou o DNA do afegão em um lenço de Maria. Fios de cabelo foram encontrados perto do local onde ocorreu o ataque. Imagens de câmera de segurança também levaram ao imigrante, que confessou o crime. A condenação deve sair no próximo ano.

O bandido não teve seu nome divulgado. Como detalhe cruel, Maria trabalhava como voluntária em casas de refugiados em Freiburg. Mas não está claro se ela já conhecia o monstro.

Como não podia deixar de ser, a mídia de esquerda está evitando tocar no assunto, sem a menor manifestação de solidariedade e humanidade com a vítima.

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3 COMMENTS

  1. Para um islâmico ( cada tipo é um tipo ) a compaixão do “inimigo” pode ser interpretada como fraqueza, e, se o sinal está verde, você avança, não é?

  2. O problema não se restringe ao fato de a imprensa de esquerda ignorar o assunto.

    Como pode ser visto nesta reportagem aqui:

    http://www.therebel.media/family_of_girl_raped_murdered_by_illegal_afghan_asks_for_donations_for_migrants_on_her_behalf

    a família da garota assassinada pede que as pessoas doem dinheiro para associações que prestam assistência social para os imigrantes ilegais.

    A visão de mundo fornecida pelo politicamente correto distorce a noção de quem são as vítimas que merecem proteção. O certo seria criar uma associação para cuidar das vítimas dos crimes cometidos pelos imigrantes ilegais ou para fazer lobby pelo endurecimento das normas sobre a imigração ilegal. Ou seja, proteger as verdadeiras vítimas, não os criminosos. Isso se parece muito com projetos no Brasil de conceder “bolsa-presidiário”, passagens de ônibus de graça para os parentes dos presos os visitarem na cadeia, etc.

    A imprensa esquerdista não apenas não se solidarizou com a verdadeira vítima, a garota estuprada e morta pelo imigrante ilegal, como ela também não se importou com a censura promovida pelo Facebook em relação a quem divulgou informações verídicas sobre o assassino. Como pode ser visto aqui:

    http://www.infowars.com/hate-speech-facebook-bans-german-woman-for-posting-picture-of-migrant-rapist/

    uma usuária do Facebook chamada Lena Kirschbaum descobriu o perfil que o assassino tinha no Facebook e começou a postar o link nas seções de comentários de outros usuários. Diz a reportagem:

    “After Kirschbaum began posting a link to the Facebook profile in comment sections with the words, “Maria’s murderer,” her account was banned by Facebook. The reason? She had violated “hate speech rules” by posting the picture of the killer.

    Kirschbaum was banned despite the fact that the picture had already been circulated in news reports about the incident, albeit blurred or blacked out over the perpetrator’s eyes.

    (…)

    In a related story, the European Union is now demanding that Facebook, Twitter and YouTube censor “illegal hate speech” and “fake news” within 24 hours of it being reported.”

    O autor da reportagem conclui, com ironia:

    “Apparently, accurately reporting the identity of a rapist murderer after his image has already been publicly revealed now constitutes “hate speech,” according to Facebook.”

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