Se Fidel é "líder controverso", então Elize Matsunaga é "esposa controversa"?

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Quando esquerdistas mencionarem que alguém do lado deles é “controverso”, significa que essa pessoa foi pega com a boca na botija de tal modo que se encontra em uma situação indefensável. Claro que sempre existem alguns artistas da hipocrisia capazes de defender qualquer coisa. Mas qualquer coisa mesmo. Mas, em muitos casos, há coisas que eles já desistiram de endossar 100%, tamanha a imoralidade. Estes são os “controversos”.

É isso que faz com que tantas figuras carimbadas não tenham o menor pudor de chamar o genocida Fidel Castro de “líder controverso”. Acho que você já ouviu essa lenga lenga várias e várias vezes nos últimos dias.

Mas se é assim, Elize Matsunata – que assassinou e esquartejou seu esposo, e ainda recebeu uma punição ridícula que nem chegou a 20 anos de cadeia – seria apenas uma “esposa controversa”. O Maníaco do Parque – que estuprou e assassinou várias mulheres e foi condenado a 268 anos de prisão em 2002, estando preso até hoje – talvez fosse catalogado como um “sedutor controverso”. Suzane von Richtofen, que assassinou seus pais, poderia ser catalogada como uma “filha controversa”.

Pensando assim, Stalin, Pol Pot e Hitler também seriam apenas “líderes controversos”.

Mas o que define um praticamente de barbáries como apenas alguém “controverso”. A resposta é simples: o nível de desumanidade e depravação do propagandista.

Em resumo, “controverso”, no léxico esquerdista, é principalmente um rótulo para definir praticantes de barbáries extremas e que sejam defendidos por eles.

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