Revista Time elege Trump como pessoa do ano. Capa é desonesta. Sem surpresa.

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A revista Time definiu o novo presidente eleito dos Estados  Unidos, Donald Trump, como a pessoa do ano.

Sem nenhuma surpresa, isso já gerou butthurt na esquerda de lá (e de outros lugares). Alguns apelaram à falácia padrão de dizer que “Hitler também já foi eleito pessoa do ano pela Time” (o clássico Ad Hitlerum, ou Lei de Godwin). Sim, mas se Hillary vencesse e fosse eleita a pessoa do ano, a mesma lembrança poderia ser feita. Em suma, nesse caso eles merecem um “chola mais”.

Veja a capa:

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Como não poderia deixar de ser, a capa é desonesta ao mencionar “Estados Divididos da América”. É sempre aquele mesmo truque esquerdista: se eles vencem, tudo é lindo e maravilhoso, mas se perdem (ou se encontram em dificuldades eleitorais), daí tudo passa a ser “dividido demais” (é a narrativa “ai, mamãe, está polarizado demais”).

Na verdade, política é isso: divisão. E eles não tem moral alguma para fazer críticas à “divisão” na política, pois defendem a tese da guerra de classes, a qual bate todos os recordes de divisionismo.

Se Hillary tivesse vencido, a capa não mencionaria um país “dividido”. Em síntese, não é possível para um esquerdista publicar conteúdo na grande mídia sem ser desonesto.

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