Como Jean Wyllys utiliza o desengajamento moral para praticar barbáries

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O vídeo que veremos ao fim deste post mostra o deputado comunista Jean Wyllys se defendendo no Conselho de Ética para justificar o fato de ter cuspido em Jair Bolsonaro.

Porém, não há justificativa para o cuspe, que, como todos sabemos é similar ao estupro. Ejacular em alguém e cuspir nessa pessoa é a mesma coisa. Quem cospe no outro deveria ser preso. Simples assim.

Mas ainda diante de algo que deveria levá-lo à prisão – aliás, foi uma baita pisada de bola de Jair Bolsonaro não ter registrado um boletim de ocorrência -, ele tenta fazer tudo parecer “moralmente aceitável”.

Para tal, adota a técnica do desengajamento moral, que foi brilhantemente exposta na tese de Albert Bandura.

Desengajamento moral é o uso de narrativas para justificar a prática de atrocidades. A certo momento, ele chega a adotar a narrativa mentirosa da mídia moldada para fingir que ele estava sendo julgado por “premeditação”, e não por ter quebrado o decoro ao ter cuspido em Bolsonaro.

Não é só isso: o desengajamento moral envolve o lançamento de culpa sobre a vítima, bem como a tentativa de atribuir moralidade à própria perversidade.

Nessa direção, Wyllys gasta a maior parte do tempo lançando rotulagens sobre Bolsonaro, como se isso justificasse seu crime.

Precisamos evoluir no sentido de expor a monstruosidade do desengajamento moral da extrema-esquerda, pois aceitar sem combate este tipo de comportamento é abrir as portas para a promoção qualquer barbaridade. Foi assim que em outros tempos a extrema-esquerda conseguiu praticar tantos genocídios.

Não há justificativa moral alguma para a violência do cuspe. Aqueles que caírem nos truques de Wyllys devem ser ridicularizados (e não estou tratando da extrema-esquerda, que sabe estar fazendo teatro). Aqueles que o deixarem impune devem ser escrachados. Se Wyllys não for cassado, o Conselho de Ética da Câmara perde toda a moral.

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1 COMMENT

  1. Esse deputado que se diz “defensor dos gays” diz também, quando agride o que ele chama de maioria social, não agredir esse segmento porque, na condição de minoria e pária socia em que se encontra, estaria autorizado a ofender quem quer que seja que não comunga, ou não se põe ao lado de seu ideário social. Isso é conversa fiada desse cara que transforma particularidades sociais em universalidades éticas. Tem que e deve ser punido.

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