Mídia abusa das "fake news" para esconder cuspe de Jean Wyllys e fingir que assunto é outro

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A tese deste blog segue mais forte do que nunca: a grande mídia provavelmente tem feito teste de psicopatia em boa parte de seus jornalistas. Aquele que tiver traços de psicopatia, é contratado. Caso contrário, está fora. Só isso explica o nível de mendacidade dessa gente.

O truque do momento é inventar que Jean Wyllys está sendo julgado no Conselho de Ética por “premeditação”, quando o caso é bem outro: ele está sendo julgado por cuspir em outro deputado. O cuspe é similar ao estupro, uma vez que é o lançamento de secreção sobre outra pessoa. É caso de prisão.

Daí, a mídia mudou o assunto e, como vemos nesta matéria do Estadão (e a onda começou com Lauro Jardim), o tema virou outro: agora Jean Wyllys é tratado como “inocente” porque Eduardo Bolsonaro teria utilizado um vídeo da Record que mostrava o deputado comunista supostamente premeditando o ato.

Mas a perícia mostrou que não houve premeditação. O momento em que Wyllys conversava com Chico Alencar, ele disse “eu cuspi em Bolsonaro”. Ou seja, foi um comentário “após o fato”. Mas isso é irrelevante, dado que não o inocenta do cuspe. A coisa piora, pois em vez de ter a “premeditação”, Wyllys agora possui a vangloriação como novo agravante.

É como se alguém estuprasse uma mulher. O que seria agravante maior? Um vídeo com a pessoa dizendo que premeditou o estupro, ou um vídeo mostrando a pessoa dando risada e comentando, com amigo, que estuprou, como se fosse uma grande vitória? É difícil escolher o que funcionaria como agravante maior. A única certeza é que temos um agravante.

O truque da mídia agora é fingir que Jean Wyllys é inocente de “premeditação”, mas esconder que isso era só um agravante. Este agravante foi substituído por outro: a vangloriação. O fato é que, independentemente do agravante, Jean Wyllys está sendo julgado por cuspir. Não há atenuante algum para evitar sua punição.

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