Xerife Clarke diz que as “fake news” começaram com campanha de ódio da mídia contra policiais

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De acordo com o Breitbart, o xerife David Clarke, do condado de Milwalkee (no Winsconsin), disse que todo o fenômeno das chamadas “fake news” teve início em 2014 com a alegação de “mãos para cima, não atire” relacionada à morte de Michael Brown em Ferguson, no Missouri.

Clarke lembrou que toda essa narrativa esquerdista foi uma grande mentira, e mesmo assim foi propagada pelos grandes órgãos da mídia na intenção de criar caos e destruição, o que realmente aconteceu. A cidade de Ferguson foi devastada. A mentira se baseou na invenção de que Brown havia se rendido, e mesmo assim foi abatido pela polícia. Enquanto se rendia, ele teria dito “mãos para cima, não atire”. A frase jamais havia sido proferida e Brown não se rendeu. Mas o que importava era gerar a destruição a partir da narrativa. Não demorou para que a esquerda radical norte-americana fizesse até um slogan:

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“É o aniversário daquela fatídica noite de verão em agosto de 2014, que começou com a mentira de ‘mãos para cima, não atire”, que foi propagada por todos os principais meios de comunicação esquerdistas em todo o país”, disse Clarke.

“O New York Times, o Washington Post, o LA Times, o Chicago Tribune, CNN e MSNBC. Todos propagaram a mentira de ‘mãos para cima, não atire’. Foi daquele período para cá que o conceito de fake news começou a se tornar assunto”.

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