Podemos seguir a dica do relator da ONU e abortar a PEC do Teto. Mas a ONU tem que bancar…

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Como vimos, essa figura asquerosa chamada Philip Alston (relator da ONU), veio querer cagar regra para cima do Brasil ao dizer que deveríamos rejeitar a PEC do Teto. Em suas narrativas, lançou as mesmas mentiras petistas que já refutamos várias vezes.

Mas, pensando bem, podemos aceitar a ideia e pedir para o Senado barrar a PEC do Teto. Se é o relator da ONU que está pedindo, por que não? Ele não é “o fodão”? Não é o rei da cocada? Porém, Alston já não é nenhuma criancinha para achar que o mundo dos adultos é baseado em “pedir e ganhar”. Há sempre um custo envolvido.

A sugestão aqui é a  seguinte. Passamos a viver sem teto de gastos. Mas todo o “estouro” de orçamento passaria a ser bancado pela ONU. Por exemplo, se estourarmos o orçamento em 200 bilhões de reais no ano, esse valor seria integralmente pago pela ONU. O ideal é que os pagamentos fossem feitos mensalmente. E não falamos de empréstimo, pois ninguém aqui é idiota. Falamos em doação de grana. Assim, ficaríamos tranquilos e não precisaríamos nos preocupar com teto de gastos, pois a ONU poderia ser um grande “paizão”, daquele tipo “papai dá o dinheiro”.

Claro que poderíamos implementar algumas regras, para evitar que os estouros de orçamento não fossem destinados à corrupção. Mas seria interessante ter toda essa grana bancada pela ONU injetada na economia. Presentões de 200 ou 300 bilhões anuais não coisas que se joguem fora.

Se Alston topar essa proposta, aí sim: podemos mandar a PEC do Teto para a vala. Mas algo me diz que ele não vai topar…

Por que será, não é mesmo?

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4 COMMENTS

  1. Isso é loucura, enquanto todo mundo seFode com a PEC o Brasil melhora parabéns,.. Daqui a uns quatro anos vão dizer,.. Aaaa to tomando no c* mais é o melhor para o país, meu salario de merda e a saúde e educação de merda estão ajudando o país crescer.. Parece Fascismo na boa

  2. A ONU, através desse representante seu que falou bobagem, provavelmente sem conhecer o que acontece no Brasil, por não ter feito a lição de casa, deve, com essa atitude, um pedido formal de desculpas ao Brasil.

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