A mesma matéria que mostra a intolerância do islamismo também mostra a pilantragem da Folha de São Paulo

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É claro que nenhum dos meus leitores tem qualquer dúvida sobre a índole dos jornalistas da Folha de São Paulo. Pelo menos eu espero isso. No entanto, nunca é demais reforçar.

Uma matéria publicada na Folha hoje tratou sobre um caso ocorrido na Arábia Saudita, um dos país mais desenvolvidos do mundo islâmico e também um dos mais intolerantes. O caso é que uma mulher foi presa e poderá ser até condenada a morte naquele país por ter, no mês passado, publicado em seu Twitter uma foto sem usar o véu, que é obrigatório por lei.

Na matéria da Folha, o termo “ultraconservador” é usado logo no primeiro parágrafo, tentando obviamente fazer referência a movimentos de direita pelo mundo, que são justamente os que mais se opõem ao totalitarismo inato da religião muçulmana. Outro detalhe é que a Folha dá pouquíssimo destaque para o fato de que isso só ocorre em países nos quais o islamismo é tido como religião oficial.

Nações como Inglaterra, em que o cristianismo é religião predominante, não sofrem com esse tipo de problema. Países conservadores como a Suíça são os mais livres do mundo. É no mundo islâmico que se vê abusos desse tipo.

É sempre bom reforçar que não devemos ficar surpresos ou mesmo irritados com esse tipo de coisa. A guerra cultural faz parte da guerra política, é inclusive parte essencial dela. O que a Folha faz é para atender uma agenda totalitária de extrema-esquerda, é por isso que são lenientes com a intolerância islâmica. Cabe a nós fazermos sempre que necessário ou mesmo possível um contra-ataque com igual ou maior proporção.

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1 COMMENT

  1. O rotulo “conservador”(seja ultra ou moderado) sempre foi considerado ruim. Conservadores infelizmente são péssimos em conservar. O melhor é sair desse estado mental e ser mais pró-ativo, tipo vanguarda ou revolucionários. Este site sabe o quanto a esquerda é boa com rótulos, o grande problema da esquerda é que a retorica dela é baseada em mentiras, então eles precisam de um aparato bilionário (mídia, entretenimento, doutrinadores,etc) para que suas ideias ganhem asas.

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