Lula é o perfeito exemplo de um “velho, branco e rico”

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Na guerra política, é fundamental encontrar os flancos do adversário. Flancos são os pontos vulneráveis. Cada exército se aproveita desses flancos para fazer seus melhores ataques.

A extrema-esquerda possui o que possamos definir como elite psicopática, que são arquitetos de narrativas desprendidos de qualquer sendo moral. Isso lhes daria, a princípio, grande vantagem, uma vez que um psicopata não tem freios morais e pode fazer o que quiser. Sendo aspectos como hipocrisia e demagogia levados a níveis absurdos, os adversários tendem a ajoelhar .

O detalhe é que isso gera também um flanco: a contradição. E daí entra em ação a regra de Saul Alinsky pela qual fazemos nosso adversário sucumbir pelo seu próprio livro de regras.  Podemos até dizer que a extrema-esquerda brasileira – e a esquerda em geral nos Estados Unidos – vive em um cenário que poderíamos definir como colapso de narrativas.

É quando vemos que suas regras definidas para atacar um oponente quase sempre podem ser utilizadas contra eles. Por exemplo, disseram que “impeachment é golpe” por um ano mas já pediram impeachment de Temer (e haviam pedido 50 impeachments de presidentes anteriores). Vivem dizendo que, para as mulheres, a diretiva é: “meu corpo, minhas regras”. Em seguida, atacam a campanha da empresa Alezzia na qual uma bela mulher exibe seu corpo em um maiô. Como se nota, a vida da elite psicopática da extrema-esquerda é um eterno “diz (a) em um dia, e o inverso de (a) no seguinte”.

Quando Dilma definiu o governo Temer como um governo de “velhos, brancos e ricos”, abriu uma nova instância desse jogo. Para ela, servia como a aplicação de um rótulo no inimigo. Para nós, é a oportunidade de aproveitamos o colapso de narrativas dessa gente, pois, como bem lembrou o site Implicante, Lula é branco, velho e rico. Dilma – também uma velha, branca e rica – sem querer nos deu o rótulo para definir uma boa parte dos líderes petistas e seus sicários. Aproveitem.

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2 COMMENTS

  1. Fico estupefata quando petistas (eles ainda existem, sim) usam termos como “elite” e “poderosos”, sendo que se relacionar de forma imoral com os grandes e poderosos foi o que o PT mais fez. São doidos, cínicos ou o quê?

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