Ao pedir renúncia para Temer, Marina apela de novo ao oportunismo pró-PT

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Creio que todos se lembram dos meses de maio a junho – quando quase todos os brasileiros estavam envolvidos em pedir o impeachment de Dilma. Marina Silva e sua linha auxiliar do PT, REDE, insistiam na narrativa de “novas eleições”.

Pois foi só o impeachment de Dilma acontecer e o governo Temer começar – um tanto atrapalhado, é verdade, e complicado por algumas delações – para que uma das políticas mais oportunistas da história recente surgisse de novo com o papo-furado de costume.

O irônico de tudo é que os petistas esperam utilizar Marina Silva basicamente como ouro de tolo. Esperam que ela seja demolida no curso da campanha, como aconteceu em 2014, por não saber adentrar de vez à guerra de narrativas.

Claro que as coisas não estarão fáceis para o PT, mas é aí que entra outra parte da estratégia. Utilizar a direita na campanha “fora todos” para que isso faça com que muitos digam “ah, todos são iguais mesmo” e, no fim, isso recupere a imagem do PT.

O risco para essa estratégia entre PT e Marina é que a direita comece a perceber que o jogo do “fora todos” é apenas uma armação daqueles que sofreram impeachment em 31 de agosto.

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3 COMMENTS

  1. Não posso deixar de insistir: PSOL; REDE; e PT são ‘farinhas do mesmo saco’ (de LIXO, evidentemente). Marina Silva não passa de uma ‘caipira PERNÓSTICA’ (petulante/pretensiosa/que emprega palavras difíceis cujo verdadeiro significado desconhece)

    O pior é se tratar de uma pessoa que afirma acreditar em UTOPIAS POSSÍVEIS (e “UTOPIA” é, por definição, um sonho IMPOSSÍVEL de ser realizado).

    Por isso mesmo, FUJAMOS daqueles que acreditam nas tais UTOPIAS POSSÍVEIS!!!!

    A História tem mostrado que sempre são capazes de ASSASSINAR MILHÕES, desde que esses milhões sejam julgados como responsáveis pela NÃO REALIZAÇÃO daquilo que, por definição, é IRREALIZÁVEL.

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