Dilma e as parlamentares feministas do PT parecem ter ignorado o chute na cara da vigilante mineira

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Em seu Twitter, Roberto Jefferson não perdoou: “Não vi qualquer palavra de Gleisi, Dilma, Jandira, Maria do Rosário, Vanessa etc em solidariedade à vigilante mineira que levou um soco e chute”.

Evidentemente, isso não é algo que podíamos esperar vindo daquelas que instrumentalizam as mulheres como massa de manobra, sem se preocupar com elas.

Aliás, enquanto as feministas estavam brincando de atacar a empresa Alezzia por ter exibido a imagem de uma mulher na capa do site – e por ter feito um comentário trivial, no qual um sujeito considerava que os homens eram melhores designers -, o Brasil se juntou para pressionar as autoridades mineiras pedindo a punição do monstro que chutou o rosto da vigilante Edvânia.

Como se vê, no Brasil não há uma cultura do estupro (talvez exista nos países islâmicos). Mas com certeza existe uma cultura do desprezo. O das feministas pelo sofrimento real das mulheres.

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1 COMMENT

  1. Luciano Ayan, parece que as feministas estão começando a usar o caso em favor de sua agenda.

    1- Algumas pessoas estão questionando com aparente razão a qualificação de uma delegada “da mulher” que se relaciona com um sujeito violento e também a forma como ela procedeu no caso;

    2- Outros também observaram o despreparo da vigilante Edivânia, que abordou o sujeito de forma ambígua e se expondo amadoramente a um ataque;

    3- Edivânia disse que um rapaz tentou ajudá-la e também foi agredido pelo sujeito, perdendo dois dentes. Quase nenhuma fonte informou isso e nem o nome dele é citado;

    4- Feministas estão organizando um “protesto contra a violência contra a mulher” e “pelos direitos das mulheres”. Também estão falando da Lei Maria da Penha (o sujeito tinha relacionamento com a Edivânia, por acaso?). Até o título da foto neste artigo é “violência doméstica” – eu imagino que não foi você que colocou esse nome.

    Veja bem: não é um protesto contra a violência, é somente contra a violência que atinge mulheres. Ou seja, violência contra homens pode, ou pelo menos é tolerável.

    Pensemos: se em vez da Edivânia fosse um vigilante homem do mesmo tamanho que ela (e com o mesmo despreparo), ele teria sido agredido? Sim, talvez até mais. Logo, não foi um caso de “violência contra a mulher”, foi um caso de violência – o que não torna menos grave;

    5- As feministas dizem (1) que homens e mulheres são idênticos, (2) que mulheres podem fazer tudo o que homens fazem e (3) que mulheres recebem menos pelo mesmo TRABALHO. O caso refutou essas afirmações. Mulheres que trabalham com segurança e com trabalhos pesados recebem igual por um trabalho menor. Concursos públicos com testes físicos exigem menos das candidatas, mas se aprovadas elas recebem igual aos candidatos aprovados.

    Vejam os comentários na página do UOL:

    http://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2016/12/19/medo-a-gente-tem-mas-tinha-de-fazer-algo-diz-seguranca-agredida-em-mg.htm

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