Aqueles que falam sobre caminhões com vontade própria querem definir o que é "fake news"

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Leandro Ruschel escreve: “Nesse final de ano aprendemos que caminhões tem vontade própria. Os mesmos animais que escrevem isso ainda tem a cara de pau de querer definir o que é notícia falsa e o que é notícia verdadeira…”.

Esta é a situação em que nos encontramos: cada vez mais atacados pelo fascismo cultural, que trás a ameaça do fascismo mais puro, que é aquele praticado pelos terroristas do ISIS.

Temos sido vitimado por uma censura terrível que só tende  aumentar com o advento da narrativa das “fake news”. Aqueles que criaram esses mecanismos censórios o fizeram principalmente para brecar as críticas ao fascismo cultural (politicamente correto). Ao criarem esse tipo de censura, incentivaram os terroristas mais radicais.

Em síntese, as mesmas pessoas que estão protegendo os terroristas de críticas – acusando “o caminhão”, que não passa de “fake news” – farão de tudo para impedi-lo de criticar os responsáveis pelo atentado. Um dos principais incentivos aos terroristas vem daqueles que lançam a censura sobre quem os critique.

Precisamos ter medo principalmente daquela turma que hoje diz que “um caminhão atropelou e matou pessoas em Berlim”. Como sempre tenho dito, a censura hoje em dia caminha de mãos dadas com o barbarismo.

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