Michael Moore se ofereceu para pagar multas de quem votasse contra Trump. Ficou a ver navios.

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Como sabemos, Donald Trump é presidente norte-americano de vez e não há mais espaço para chororô: ele foi confirmado por 304 delegados, contra 224 de Hillary, ou seja, vantagem ainda maior do que em 9/11. Acabou. C’est fini. It’s over. No more tears, Hillary!

Mas vale lembrar um papelão dado pelo cineasta de ultraesquerda Michael Moore, que tentou um esforço final para persuadir republicanos do Colégio Eleitoral para retirar seus votos de Trump.

No domingo, ele disse: “Amanhã é o dia em que você deve se reunir com seus companheiros eleitores e escolher o próximo presidente dos Estados Unidos”, escreveu o cineasta em longa mensagem no Facebook.

“Não vou lhe pedir para votar na pessoa que obteve o maior número de votos – embora eu não fique chateado de você escolher fazer parte da maioria de seus colegas americanos e fazê-lo. Não, estou simplesmente pedindo que você vote por sua consciência e por favor não coloque nossa nação em perigo escolhendo Donald J. Trump”.

Moore então se ofereceu para pagar as multas para aqueles eleitores que podem ser punidos se não votarem de encontro ao candidato para o qual sua lei estatal respectiva exige que votem.

“Em alguns estados é ‘ilegal’ você votar em um candidato que não é de seu partido”, escreveu Moore. “Se você não votar nele, seu estado lhe multará em U$ 1.000,00”.

“Então, aqui está minha oferta: obviamente não vou dar-lhe dinheiro para votar amanhã, mas se você votar de acordo com sua consciência e for punido por isso, eu pessoalmente posso pagar sua multa, pois tenho o direito legal de fazê-lo”.

Os esforços de Moore foram em vão. Sua tentativa de comprar votos foi pelo ralo. Junto com sua moral. Se é que ele ainda tinha alguma.

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2 COMMENTS

  1. O que ele fez pode ser considerado suborno pela lei americana:
    (b) Whoever– (1) directly or indirectly, corruptly gives, offers or promises anything of value to any public official or person who has been selected to be a public official, or offers or promises any public official or any person who has been selected to be a public official to give anything of value to any other person or entity, with intent–

    (A) to influence any official act; or
    * * *
    (C) to induce such public official or such person who has been selected to be a public official to do or omit to do any act in violation of the lawful duty of such official or person

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