Política de refugiados alemã é feita para facilitar a presença de terroristas no país. Conheça o truque.

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O site Implicante trouxe uma análise feita pelo jornalista Jean-Philip Struck, conhecedor do sistema alemão. Em sua conta no Twitter, ele explicou os truques por trás da legislação alemã, que facilitam a entrada de terroristas.

O motorista do caminhão era paquistanês, que estava no país a partir da política para refugiados. O detalhe é que o Paquistão não está em guerra, portanto ele não deveria ter sido incluído na política.

O truque é o seguinte: permitir que pedidos de asilo venham até de refugiados de nações que não estão em conflito. Daí eles utilizam a burocracia para ter o pretexto perfeito para apresentarem ao público a narrativa de que “a análise é demorada”. Tudo é feito para permitir que o requerente siga residindo no país enquanto a análise é feita.

A explicação segue abaixo:

“O sistema de asilo na Alemanha é bem caótico. Um cidadão de um país que não está em guerra pode tentar ganhar status de refugiado. Na maioria das vezes, eles são rejeitados. Mas, até que o caso seja analisado, eles podem ficar no país. Alguns ficam até depois da rejeição. Ficam até que sejam feitos preparativos para seu retorno. Os que estão esperando pelo status, ou caíram na fila dos “tolerados”, contam naquela grande soma de chegadas de 2015/16 ao país. Alguns veículos dizem que o sujeito chegou em fev. de 2016. Se for o caso, é provável que o pedido dele ainda estivesse sendo analisado. Nesse caso, ele podia ficar andando livremente pela Alemanha.”

Sabemos, aliás, que a polícia avalia que o verdadeiro terrorista ainda segue solto e armado pelas ruas da Alemanha.

O que importa aqui é saber que, em se tratando de uma legislação típica da elite globalista, era claro que tinha algum xunxo na história.

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2 COMMENTS

  1. Por outro lado (desculpe o textão) …
    O Corinthians tem dezenas de milhões de torcedores , dos quais algumas centenas ou milhares fazem parte de torcidas organizadas … algumas das quais organizadas só para atacar os torcedores do Palmeiras ou do São Paulo … isto justifica condenar todos corintianos? … Transpondo : no mundo há mais que um bilhão de muçulmanos, divididos em umas tantas seitas (xiitas, sunitas, alauítas, etc, que em alguns espaços se combatem como católicos e protestantes se combatiam) … e no meio disso surgiram grupos de fanáticos radicais — os jihadistas — que preferiram atacar europeus e americanos, e criaram um ‘estado islâmico’ para ocupar uma província com muito petróleo, cuja venda financiaria suas compras de armas … E por causa de malfeitos desses jihadistas devo condenar todos muçulmanos? E as centenas de milhares de brasileiros muçulmanos que cuidam de suas vidas como cuidamos das nossas … alguém sabe de jihadistas entre eles? Havia uma dúzia, que foram presos … Então prefiro cuidar dos problemas criados por Brasília, e pelas demais estruturas político partidárias, que são os que nos fazem mal … E os europeus e norte-americanos que cuidem dos jihadistas, com seus corações envenenados pelos relatos dos 1000 anos (desde as cruzadas) em que os europeus, e mais recentemente os americanos, volta e meia os tem agredido e/ou explorado … Isso sem falar nos “incentivos” aos jihadistas dos mercadores de armamentos, pra quem qq conflito é festa.

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