Provável terrorista veio junto com os refugiados. Merkel se complica…

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A política alemã está à caça de Anis Armi, terrorista tunisiano suspeito do atentado em Berlim. O detalhe: ele veio junto com os refugiados.

Um amigo me disse: “Angela Merkel é cruel ou burra?”. Difícil apostar na segunda hipótese, haja vista que ela possui um corpo de políticos ao seu lado de extrema-experiência. Outro fator que implode a tese da burrice é o fato de ela ter investido suficientemente na censura de oponente à sua política de imigração. Isso não é coisa de gente “com boas intenções que dão errado”.

Claro que não podemos dizer que ela queria que acontecesse o atentado. O que ela queria era a convulsão social que é parte do projeto globalista, bem como os dividendos de ter uma sociedade cada vez mais dividida. Daí a possibilidade de um atentado terrorista era apenas um risco no plano. Podemos dizer que ela calculou mal esse risco. Mas ela sabia deste risco e avançou seu projeto. Logo, ela é culpada por ter trazido um risco tão grande ao seu país.

Há quem tenha caído na narrativa da “Angela Merkel humanitária” quando ela se dispôs a aceitar 800.000 refugiados, mas todos sabiam que havia ali um extremo ato de oportunismo. Já se sabe que a política de “refugiados” é feita para permitir que muitas pessoas venham a partir de países que não estão em conflito.

Anis Amri não conseguiu o visto permanente. Mas, por causa das brechas marotas da política de refugiados, não foi deportado. Merkel já não pode desatrelar o atentado de sua política para refugiados.

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2 COMMENTS

  1. Eu acho que podemos dizer que um ou mais atentados com bastante alemães mortos é sim o que ele quer. Se ela forçou os refugiados goela abaixo dos cidadãos então ela sabia exatamente do “efeito colateral”, não tem como alegar “nossa, eu não esperava que chegasse a isso”.

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