Conciliação com familiares de extrema-esquerda no Natal? Só com dissimulação…

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Chega o Natal e já ouvimos aquela tradicional conversa: “devemos esquecer nossas diferenças, em nome da conciliação com amigos e familiares”. Na verdade, tal ideia é grande bobagem. Beira a infantilidade. Esse discurso parte do princípio de que aquilo que temos com a extrema-esquerda é apenas uma “divergência de ideias”. Só que o ponto é outro: estamos em guerra contra pessoas que querem nos ver escravizadas.

Basta saber que em Cuba existe o maior número proporcional de prostitutas com nível universitário do mundo. Isso é causado pela pobreza endêmica e pelo racionamento de alimentos. Também pode ser útil saber que na Venezuela, o povo está condenado a racionamento de alimentos e ao aprisionamento de políticos. Tudo para que Nicolas Maduro e seus sicários tenham vidas de sultões. Agora, basta lembrar que seu “amigo” ou familiar de extrema-esquerda quer te condenar a viver nesse mesmo tipo de inferno. Isso não é diferente de estar diante de alguém querendo que você vire escravo.

Será que admitiríamos uma “conciliação de fim de ano” entre um escravo que quer sua liberdade e o escravagista que quer privá-lo dela? Óbvio que não. Entre o escravo que busca a liberdade e o escravagista não há uma “divergência de ideias”. Há um conflito por poder, e apenas um dos lados representa o opressor. O socialista sabe que ele quer, do mesmo modo, oprimir os demais.

Assim, em nome do bom senso, há duas dicas para tratar “amigos” e familiares de ultraesquerda. A primeira alternativa é romper os laços. Mas se isso não for possível, finja e dissimule na medida do possível, sem dar qualquer informação relevante e mantendo-o confuso a respeito daquilo que você pensa. É uma boa alternativa, que já usei algumas vezes e torna a interação bem divertida.

Todavia, encarar a situação de “coração aberto” chega a ser imoral. Me lembro do período em que um familiar, de extrema-esquerda, aplicava os jogos de manipulação de culpa – tentando fazer os outros se sentirem culpados sem motivo – nos demais. Ele morria de rir por dentro, enquanto os demais caíam no jogo feito patinhos. Logo, se abrir a este tipo de enganação já é imperdoável, por tudo que nós já sabemos desse tipo de personalidade.

A interação com a extrema-esquerda não se baseia em “pessoas com opiniões divergentes”. É a interação entre pessoa que querem ser livres e aqueles que querem escravizá-lo. Fique alerta e não seja enganado!

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2 COMMENTS

  1. Existe outra forma, a “trégua de Natal”. Apesar do nome, de trégua não tem nada – funciona mais como a Guerra Fria.

    Consiste em brecar o primeiro sinal de investida inimigo com: “hoje é Natal. Nós discordamos, então assunto encerrado. Se mesmo assim você quiser causar um climão aqui, se prepara”.

    Essa abordagem tem até a vantagem de transformar o esquerdista em vilão – quem estragou a festa foi ele.

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