2016: Um grande ano para a direita. Péssimo para as esquerdas.

4
75

O ano de 2016 foi cheio de vitórias e derrotas. Muitas destas derrotas ficaram com as esquerdas, as vitórias em grande parte vieram para nós.

Primeiramente, foi um ano em que muitas narrativas caíram. O fascismo cultural apanhou muito, sofreu, comeu na nossa mão. Apesar de alguns tropeços que foram aqui mesmo apontados, a direita acertou ao apostar no discurso pró-liberdade de expressão e ao forçar a tática contrária ao politicamente correto. É notório que a população, de modo geral, está muito mais inclinada para o nosso lado nessa disputa narrativa, e isso se deve em fato aos tropeços da própria esquerda, mas também se deve ao crescimento exponencial de movimentos de reação.

A maior derrota da esquerda globalista este ano, a nível mundial, foi a eleição de Donald Trump. Toda a mídia de esquerda, aqui e lá fora, estava do lado de Hillary. Foram muitos jornalistas, repórteres e até redatores alinhados com a agenda esquerdista. Mesmo assim, ela perdeu. Foi hilário ver, no dia da vitória de Trump, a cara de bobo de tantos jornalistas chocados após terem passado meses como uma torcida organizada de Hillary.

Outras enormes derrotas da esquerda foram o BREXIT e o “não” dos colombianos ao acordo de paz com as FARC. Aliás, o BREXIT enfrentou situação quase idêntica a das eleições americanas, com uma imprensa que fez todo o tipo possível de jogos sujos para manchar aqueles que eram favoráveis a saída do Reino Unido da UE.

No Brasil a situação foi similar, mas aqui a luta foi contra gente mais barra-pesada: a extrema-esquerda. Houve o impeachment de Dilma Rousseff, e, logo depois, um trabalho muito empenhado de toda a imprensa para trabalhar contra as reformas propostas por Temer. A despeito disso, as reformas foram aprovadas e vão passar.

Outra retumbante derrota ocorreu nas eleições municipais. O PT perdeu em diversas cidades, e perdeu feio. Fernando Haddad foi humilhado em São Paulo, e de quebra João Dória foi eleito em 1º turno, algo que nunca tinha acontecido antes na cidade. Em Porto Alegre, vitória de Nelson Marchezan Jr. e derrota acachapante de Raul Pont e Luciana Genro. No Rio de Janeiro a derrota de Marcelo Freixo e, de quebra, a derrota de toda a classe pseudo-intelectual e artista da cidade que o apoiou.

No geral, terminaremos o ano sem Fidel Castro, com Lula réu em cinco processos diferentes por cinco acusações diferentes, com Sérgio Cabral e Eduardo Cunha presos e com uma imprensa calhorda sangrando e chorando. É para louvar de pé!

Anúncios

4 COMMENTS

  1. Nossa!! Quanta imbecilidade!!! Quanta gente alienada, iludida, e desenformada! Um bando de robôs, manipulados por uma mídia corrupta e conflita em um campo de interesses!!! Acreditam em partidos, em indivíduos, e em planos governamentais… enfim querem uma solução é acreditam emais instituições, mas não sabem exatamente o que desejam para si mesmos! É isso é um fato, se não fosse , não estariam nesta guerra ideológica direitistas ou esquerdistas , sendo que a única coisa que eles não tem em comum e a forma de agir! Porquê são leninistas e fabianistas! Um grupo e barulhento e totalitário centralista assumido, o outro tem as mesmas características, porém são dissimulados e fazem as tuas atrocidades em oculto! Mas o objetivo é o mesmo, escravizar, saquear monopolizar e o país que se dane o país oque importa pra essa gente sãos as pessoas, a manofatura , a produção e a concentração das riquezas enquanto nos os porcos ficamos com os farelos! Haaaaa Brasileiros ! Não sabem de nada inocentes! ! Se preparem, porque dias de grande constrangimentos e decepções estão vindo aí ! Podíamos ter ter feito alguma coisa , mas o que fazer se não sabemos o que está realmente acontecendo! Agora é tarde a agenda de um governo globalista e único vai se cumprir e as coisas não irão ficar nada , nada fáceis pra nós ! Que Deus abençoe o Brasil!

    • Lucas, e você acha melhor que tivéssemos talvez muito mais desempregados se o PT seguisse no poder? Então, se reduzimos o processo de criação intencional de desempregos, é uma vitória.

Deixe uma resposta