Assassino de ambulante diz: "Não sou uma má pessoa". Não, imagina…

2
52

Conforme o UOL, o pedreiro Ricardo do Nascimento, 21, que matou um vendedor ambulante dentro de uma estação do metrô de São Paulo, disse nesta quarta-feira (28) que está “arrependido” e que não é “uma má pessoa” ao deixar a sede de DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

Ricardo foi preso ontem à noite em Itupeva (interior paulista) por participar do assassinato de Luiz Carlos Ruas, 54, na noite de domingo (25) na estação Pedro 2º do metrô, na região central da capital paulista.

Nascimento foi levado do DHPP para a Delpom (Delegacia de Polícia do Metrô), na Barra Funda, para reconhecimento pessoal por testemunhas. Várias testemunhas estão lá para confirmar sua identificação. Mas nem precisava, pois ele já confessou.

O assassino disse: “Estou arrependido. Também não sou uma má pessoa. E o senhor [Ruas] que estava lá trabalhando também não era, era um cidadão de bem”.

Realizem aquele filme “Massacre da Serra Elétrica”, no qual Leatherface corta as pessoas com a serra elétrica para servi-las como picadinho. Ele também gostava de vestir máscaras feitas com pele humana. Imaginem a cena: “Meu nome é Thomas Hewitt. Eu serro as pessoas e as sirvo no jantar. Mas sou boa gente”.

Ricardo devia receber um aumento de pena só por esse tipo de declaração. Quer dizer que “não é má pessoa”, Ricardo? Matar um sujeito inocente com pontapés na cabeça e se declarar uma “boa pessoa” é ofensa.

 

Anúncios

2 COMMENTS

    • Não precisa ir tão longe não, é só mudar de lugar os elementos que já estão na cena. Imagina se fosse um ambulante que tivesse matado um travesti? A bicharada da cabeça lavada estaria gritando “HOMOFOBIA” pra todo lado, não haveria um minuto de paz nesse assunto pra qualquer lado que você olhasse. Mas foi “apenas” um ambulante branco e hetero morto por um pedreiro branco e “gente fina”, daí vira notinha de rodapé porque isso não choca os hipócritas politicamente corretos.

Deixe uma resposta