Dilma pirou: reclamou das datas das diligências. Ela pensa que é o Maduro e que aqui é a Venezuela…

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Acredite se quiser, a defesa da ex-presidente Dilma Rousseff criticou, em nota, a realização de ações de investigação em pleno recesso do Judiciário e a obtenção de depoimentos sem a presença de advogados. Segundo o advogado de Dilma, Flavio Caetano, faltou respeito ao contraditório.

A nota da defesa de Dilma também defende a “regularidade das despesas contratadas pela chapa Dilma-Temer”, diz que as três empresas contratadas “atenderam aos requisitos legais de regularidade jurídica e de capacidade operacional”, bem como afirma que “três gráficas periciadas prestaram serviços em campanhas eleitorais anteriores e a partidos políticos diversos”. Ou seja, o mesmo papo furado de sempre.

A nota diz: “Causa perplexidade que, decorridos quase dois anos de intensa investigação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), seja proferida decisão judicial, a ser cumprida no período de recesso do Poder Judiciário, sem qualquer fundamento de urgência.”

Todavia, ela não possui mais o cargo de presidente. Ademais, não vive na Venezuela, onde um ditador pode definir o timing da Justiça. Parece até loucura.

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