Obra com bichinhos de pelúcia é censurada para não ofender sentimentos islâmicos

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Em texto do Mídia Sem Máscara (que denuncia o politicamente correto), encontramos esta informação revoltante:

ISIS ameaça Sylvania“- uma exposição de arte destaca bichinhos fofinhos de pelúcia fazendo piquenique em um gramado, sem saber da presença de outros bichinhos de pelúcia, só que desta vez vestidos de terroristas carregando fuzis automáticos em uma colina logo atrás deles – é o trabalho da artista conhecida como Mimsy (sua verdadeira identidade não pode ser revelada). Os protagonistas desta série de quadros de caixas de luz compreendem uma família de bonecas representadas por bichinhos de pelúcia que habitam um vale encantado. Homens armados, vestidos de capangas do Estado islâmico, atacam os inocentes habitantes do vale, na escola e na praia, em um piquenique ou em uma parada do orgulho gay. Parece uma versão atualizada do Maus de Art Spiegelman, uma história em quadrinhos que retrata gatos nazistas e camundongos judeus durante o Holocausto.

Os que desejam ver aquele painel artístico na Mall Galleries, em Londres, terão que se consolar com o trabalho de Jamie McCartney, “The Great Wall Vagina”, nove metros de órgãos genitais femininos, menos importantes e menos provocadores.

A corajosa obra de Mimsy, depois que a polícia britânica a definiu como “incendiária“, foi retirada do programa deste evento cultural de Londres. Seus organizadores informaram aos proprietários da galeria que se eles quiserem colocar os quadros em exposição, terão que desembolsar US$46.000 para “proteger o local” durante os seis dias da exposição.

Outro trecho do texto é relevantíssimo:

Sob esta ditadura politicamente correta, a cultura ocidental estabeleceu dois princípios. Em primeiro lugar, a liberdade de expressão pode ser restringida a qualquer momento se alguém afirmar que uma opinião é um “insulto”. Em segundo lugar, há um malévolo padrão de dois pesos e duas medidas: as minorias, especialmente as muçulmanas, podem dizer livremente o que bem entenderem contra judeus e cristãos.

Com efeito, poderia parecer uma era dourada para a liberdade de expressão. Mas debaixo dessa ditadura do politicamente correto, o único que “sai ganhando” é o Islã político.

Como resultado, o que poderíamos esperar senão grupos terroristas dispostos a cometer atentados à rodo? Se o padrão de comportamento do Ocidente é se ajoelhar diante das ameças, a prática da violência passa gerar lucro político. O fascismo cultural (politicamente correto) é, assim, um promotor do terrorismo islâmico no Ocidente.

 

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1 COMMENT

  1. Não, eu consigo acreditar em uma motivação não-perversa para essa censura. Em momento algum é sugerido que o motivo da censura é ofensas ao islã, o motivo alegado é a questão da segurança, já que a exposição é alvo fácil de qualquer terrorista do ISIS que decidir que um estabelecimento com esse conteúdo é um bom alvo.

    É claro que isso é um gravíssimo problema, no caso a liberdade de expressão. Mas como organizador ou dono do estabelecimento, você correria esse risco, sem pensar duas vezes? Isso é uma vitória da metodologia nefasta do EI, mas não necessariamente associado ao politicamente correto.

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