Contrariando a narrativa da imprensa, delegado não vê indícios de homofobia em crime no metrô

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Era óbvio que não se tratava de um crime de homofobia, tanto é que a vítima fatal foi um homem heterossexual. Mesmo assim, a imprensa tentou vender essa ideia de diversas formas, chegando a mentir em manchetes. Segundo informações, o delegado Rogério Marques, responsável pelo caso, afirmou que não há indícios que tenha sido um crime motivado pela orientação sexual das vítimas.

“O delegado Rogério Marques, que investiga o assassinato do ambulante Luiz Carlos Ruas no metrô, após ter defendido uma travesti, diz que não há indícios de que seja um caso de crime de intolerância ou ligado à homofobia. Marques afirmou que “não há nada que leve a crer que eles agrediram por serem homossexuais, moradores de rua, nada disso”. Ruas morreu no último domingo, dia 25.”

O que isso mostra é simples: um homem de bem, corajoso, interveio para evitar a agressão contra duas pessoas inocentes que eram covardemente feridas por dois brutamontes. Luiz Carlos Ruas merece respeito, não merece ter sua história manchada por jornalistas abutres que querem usar o caso para vender uma mentira em prol de movimentos sociais de extrema-esquerda.

Ele foi um herói, foi alguém que morreu dando sua vida pela de outras pessoas. Devemos todo o respeito a ele, mas não podemos aceitar que a mídia use sua morte para favorecer sua agenda política. Isso é nefasto!

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