Ao dizer que "Stalin matou pouco", a extrema-esquerda apenas revelou suas reais intenções

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No dia 23 de dezembro, professores da UFPE foram agredidos por milicianos pró-PT após término da reunião do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão da universidade, no dia 23 de dezembro.

Na sala do professor de filosofia Rodrigo Jungmann, crítico da extrema-esquerda, uma das inscrições encontrada foi: “Stalin matou pouco”.

Só pode se surpreender com isso quem escolheu deixar de visualizar a extrema-esquerda como ela é. Este blog sempre deu a descrição adequada e realista para o que significa a extrema-esquerda: grupo focado na busca do poder totalitário. Ora, para se obter o poder totalitário é preciso levar a violência ao extremo, bem como se aproveitar desta violência extrema enquanto se está no poder.

Pode-se questionar: mas porque genocídios como aqueles praticados por Pol Pot, Hitler e Stalin não ocorrem mais nos dias de hoje? Por uma única razão: o aumento das comunicações, e a maior chance de filmagens caírem no YouTube e no Facebook, o que geraria reação internacional. Caso contrário, tentariam matar até mesmo mais do que Stalin matou, dado que os assassinatos em massa serviram como forma de se manter o poder totalitário.

Por isso, quando eles escrevem que “Stalin matou pouco”  – mesmo tendo matado cerca de 50 milhões de pessoas – estão apenas transcrevendo suas reais intenções, hoje um tanto contidas e mais dissimuladas por causa da explosão tecnológica das comunicações.

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2 COMMENTS

  1. Luciano, gostaria de saber a sua opinião sobre a ultima do Maduro na Venezuela, de criar uma “politica” de dedos-duros, para entregar “terroristas da ultra-direita”. Agora, acho que a Venezuela finalmente virou ditadura não é mesmo?

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