Que venha um 2017 com ainda mais lutas e mais conquistas de liberdade que em 2016

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Entramos em 2016 sob a ameaça de virarmos de vez uma ditadura. Dilma se dispos lutar até o fim para manter seu reinado de horror e criar a censura de mídia. Manchada pela corrupção e por um crime fiscal que destruiu nossa economia, sofreu um merecidíssimo impeachment. Começou aí um período onde finalmente podemos sonhar em viver em um país livre.

Ainda que estejamos em crise – da qual finalmente temos chances de nos livrar, depois do fim da tirania petista – e que algumas tragédias tenham ocorrido em 2016 (como ocorrem todos os anos), 2016 foi um ano fantástico.

O impeachment, no Brasil, foi o grande evento de 2016. Uma conquista de grupos democráticos que pediam cada vez mais liberdade e lutavam contra admiradores de psicopatas como Nicolas Maduro e Fidel Castro.

Outro momento inesquecível foi a morte de um dos maiores monstros da história: Fidel Castro. Não apenas tivemos sua morte, como um considerável número de pessoas que comemoraram o fim de um demônio em forma humana. Comemorar a morte de Fidel significou uma coisa: perdemos o medo dos tiranos e de seus apoiadores.

Nos Estados Unidos, Hillary Clinton prenunciava que um terceiro mandato esquerdista começaria a fazer ruir a democracia por lá. Mas Donald Trump não apenas venceu a campanha bilionária de Hillary como também uma mídia suja. Foi emocionante e libertador.

Em 2016, a Inglaterra também se libertou, abandonando a opressão trazida pelos globalistas que comandam a União Europeia com sadismo e desprezo pelo ser humano. Os ingleses finalmente voltam a ter o direito de sonhar.

Não vimos apenas estes resultados. Vimos também a direita amadurecer (ao menos um pouquinho) politicamente, e começar a utilizar o termo “narrativa” mais vezes, passando a desmascarar a esquerda com mais energia e contundência. O fascismo cultural (politicamente correto) finalmente sentiu seus abalos. No Brasil, temos que fazer a chama da liberdade que começou a rondar pelo mundo se intensificar ainda mais.

Em 2017, precisamos ampliar a maturidade política, para nos tornamos progressivamente melhores lutadores políticos. Se já conseguimos desconstruir o inimigo e expor ao público as narrativas deles, agora será decisivo superarmos os truques mais sofisticados de chantagem emocional que eles tentarão. Outro desafio será é superar a censura. Aposto em dois pontos chave de luta simbólica: (1) desmascarar os truques de chantagem emocional, (2) lutar contra a censura.

Quanto às reformas, no Brasil, precisamos exigir que o governo leve à frente as reformas trabalhista e da previdência, bem como fazer a reforma política, mas de modo contrário ao que espera a extrema-esquerda. Será preciso focar no aumento da liberdade e na redução de oportunidades para que os totalitários aparelhem o sistema. Precisaremos garantir o fim do imposto sindical, e ampliar o debate sobre o Escola sem Partido, sobre as desestatizações (incluindo da Petrobrás e dos Correios) e, sucessivamente, propor medidas para que os escravagistas modernos fiquem em fúria. (E essas não são as únicas lutas, é claro)

Assim, desejo um feliz 2017 a todos, com ainda mais luta do que tivemos neste ano e com muito mais liberdade. Nós merecemos viver livres!

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