Brasileiros que comemoraram mortes no presídio de Manaus são as principais vítimas da criminalidade

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No primeiro dia do ano, uma rebelião explodiu no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). Mortos pelos próprios colegas de bandidagem, 56 criminosos foram assassinados em uma disputa entre as facções Família do Norte e PCC (Primeiro Comando da Capital) por disputa por espaço no tráfico de entorpecentes no Estado.

Além dos 56 bandidos mortos, 184 fugiram. Até o momento 136 seguem foragidos. Os marginais foram executados logo nas primeiras horas do confronto entre facções, ainda na tarde de domingo. O juiz titular da Vara de Execução Penal do Tribunal Justiça do Amazonas (TJ-AM), Luís Carlos Valois, que acompanhou e comandou as negociações juntos aos presidiários ainda na noite de domingo, disse ter entrado em estado de choque com as imagens dos corpos esquartejados, empilhados, mutilados e decapitados.

Ele disse: “Pilhas de corpos espalhadas pelos corredores, membros esquartejados nos cantos e muitas cabeças decapitadas no local. O chão estava lavado de sangue. Nunca vi nada igual na minha vida. aqueles corpos e o sangue ainda estão nítidos na minha cabeça. Ainda estou em choque”.

Enquanto isso, vimos muitas manifestações populares nas redes dizendo: “bandido bom é bandido morto”. Desumana e incapaz de manifestar o menor traço de empatia, como sempre a extrema-esquerda atribuiu tal comportamento “ao fascismo”. Esta é a tática principal deles de jogar o jogo político: ofender grandes parcelas da população, com discriminação do tipo mais torpe possível.

Todavia, os civis que ficaram aliviados com as mortes dos bandidos em muitos casos também são vítimas. São pessoas que tinham medo de ser assassinadas pelos bandidos mortos. São pessoas que acordam cinco horas da manhã, e entrar num ônibus, torcendo para continuarem vivas até o fim do trajeto, rezando para que nenhum criminoso violento consiga tirar sua vida em um crime bárbaro. Mesmo que possamos criticar pessoas humildes que pedem justiça com as próprias mãos ou mesmo o extermínio de bandidos, o mínimo que deveríamos fazer é compreender o que está por trás de suas demandas.

Enquanto a extrema-esquerda só compreende os motivos dos criminosos bárbaros, devemos principalmente compreender os sentimentos e aflições das vítimas ou potenciais vítimas destes bárbaros. No fundo, quem proclama “bandido bom é bandido morto” geralmente está no principal grupo de vítimas dos crimes. Sua manifestação de revolta – e torcida contra os criminosos – é normalmente a busca por sobrevivência. Seus pedidos devem ser compreendidos respeitosamente, e não tratados com rotulagens e falta de empatia. As vítimas ou potenciais vítimas de bandidos são exatamente isso: as principais vítimas da história.

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3 COMMENTS

  1. BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO!
    QUEM NÃO GOSTOU DESTA AFIRMAÇÃO QUE VÁ TOMAR NAQUELE LUGAR E QUE ADOTE UM BANDIDO, NÃO NECESSARIAMENTE NESTA ORDEM!

  2. A verdade é que a esquerda gosta de bandidos pois veem neles o “espirito revolucionário” , e quando os bandidos fazem bandidagem eles estão na verdade fazendo “luta de classe”. Essa crença muitas vezes acaba ferrando os idiotas uteis, principalmente mulheres que gostam de lidar com essa gente por ideologia ou perversão sexual (hibristofilia ou sindrome de Stockolmo).

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