Por que para a extrema-esquerda os presos mortos na prisão valem mais que o adolescente morto em uma escola invadida?

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A principal narrativa utilizada pela esquerda para gerar histeria após a morte de 60 criminosos do presídio em Manaus se baseia em dizer que tudo é mais grave por que o “estado deve garantir a vida” de quem está preso. Tecnicamente, a informação é baseada em uma extrapolação da lei, mas vamos que vamos.

O detalhe é que a esquerda, especialmente a extrema-esquerda, não acreditam nessa afirmação.

Basta lembrar do caso do adolescente que foi assassinado em uma escola pública nas invasões promovidas pelas milícias pró-PT. Se eles realmente acreditassem em suas narrativas, fariam um fuzuê danado pela morte do estudante, morto por esfaqueamento. Por que o estado deve garantir a vida de presos mas não deveria garantir a vida de adolescentes enclausurados em escolas públicas (especialmente durante uma invasão)?

Ou seja, para a extrema-esquerda a vida do adolescente morto não deve gerar comoção, mesmo que ele estivesse em um ambiente com “segurança garantida”. Eles sabem que o adolescente morreu em um ambiente que invadiram. Como se nota, eles não acreditam nem um pouco em suas próprias narrativas. Estão apenas com um chilique temporário, que pode terminar logo se esfregarmos na cara deles que o massacre na prisão foi coordenado por uma organização ligada às FARC.

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