Caio Blinder deixa escapar que narrativa da associação de Trump com Russia é sandice

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Algumas vezes os esquerdistas se precipitam e entregam suas estratégias. Momentos assim são divertidíssimos e tornam a guerra política uma verdadeira terapia.

É o caso do jornalista de esquerda Caio Blinder, verdadeira cheerleader de Hillary durante as eleições. Sua expressão de frustração ao ver que o projeto de poder tirânico do Partido Democrata foi interrompido se tornou viral no dia da vitória de Trump.

Este tuíte mais recente é impagável:

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A mim não interessa a questão de “Obama ser um queniano com agenda sinistra”. O que importava é que a política de Obama era desastrosa, autoritária e prejudicial à nossa civilização. Ou seja, a queda da narrativa de que “Obama é queniano” não fede nem cheira pra mim. Ele já está fora.

Mas para gente como Caio Blinder a narrativa de que “Trump é espião a serviço de Moscou” ainda possui validade política. Eles estão batendo nessa tecla feito doidinhos de feira.

Pena que Blinder acabou com o truque ao dizer que ele é tanto uma “sandice” quanto pregar que Obama é queniano. Sim, de fato dizer que Trump é um espião a serviço de Moscou é uma sandice. Obrigado por confessar, Caio!

Em tempo: a narrativa mentirosa usada pela esquerda é mais do que sandice. É uma mentira deliberada. Mas já que Caio confessou ser uma sandice, já temos o suficiente para qualificá-la como (mais uma) narrativa falsa.

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