Por que Meryl Streep não defendeu o jovem com necessidades especiais agredido por esquerdistas?

8
167

A atriz esquerdista Meryl Streep utilizou seu espaço no Golden Globe para emitir narrativas de ataque a Donald Trump.

No momento de maior “recall”, ela simulou “emoção” contra um deboche que Donald Trump teria feito de um repórter deficiente.

Marcelos Paulus escreve:

Um repórter deficiente do New York Times estava cumprindo seu papel de troll com a campanha do Trump quando foi ridicularizado pelo candidato em um comício. O link abaixo prova que ele ridiculariza a todos da mesma forma — uma forma infantil e de mau gosto, na minha opinião. https://youtu.be/_8JqT2atxD8

Ou seja, a narrativa de Meryl Streep era falsa.

Mas fica a pergunta: se ela está preocupa com deficientes, por  que se calou diante da agressão praticada por quatro esquerdistas que torturaram um deficiente mental em Chicago na semana passada?

Lá se foi a narrativa de Meryl Streep, que de empatia não possui nada.

Anúncios

8 COMMENTS

  1. Porque foi comprada para dizer o que disse. Esse pessoal não tem escrúpulos. Do que eles gostam é dinheiro. Tem amor pelo dinheiro. São capazes de circundar até os valores morais em razão do lucro. Os Estados Unidos lhe deram tudo mas ativistas bilionários lhe deram mais para defender gente que odeia a sua própria nação. É o que ela faz pela quantia polpuda? Finge não ver os valores cristãos que tornaram essa nação o exemplo de liberdade e cospe na cara dos seus compatriotas. Desavergonhada, mau caráter, interesseira, melindrosa. E os que lhe deram esse dinheiro na verdade a odeiam. Apenas a usam como ariete para tirar a liberdade dessa nação e entregá-la na mão de ditadores, tiranos e inimigos que querem cortar a jugular do pais, inclusive a dessa senhora, que de tão cega pelo lucro fácil é incapaz de ver a armadilha que lhe estão preparando. Espero não ser tarde demais para que ela se arrependa da besteira que fez

  2. Tadinho do jornalista aleijado com língua de Jararaca. O NYT pegou pesado contra o Trump durante toda a campanha eleitoral. O caso do garoto deficiente mental é totalmente diferente. Ele não teve direito de defesa.

  3. O Discurso de Meryl Streep e o chororô da esquerda caviar hollywoodiana, que já está beirando ao ridículo.

    Leniéverson Azeredo Gomes*

    E o chororô por causa da vitória de Trump continua e o insulto a democracia americana pelos próprios americanos – e, puxando a sardinha pela parte que me toca, pelos brasileiros, também -. Meryl Streep, que me desculpe a jornalista global, Giuliana Morrone, é sim, uma puxa-saco de Hillary Clinton. É nítido isso. Ontem, ao receber uma homenagem na cerimônia do Glóbo de Ouro, ao invés de falar de sua carreira, resolveu usar, digamos seu argumento de “autoridade” para desancar contra o presidente eleito, Donald Trump, que irá tomar posse no dia 20 de janeiro.
    Antes de qualquer coisa, quero dizer que curto muitos filmes estrelados por ela, desde ‘101 Dálmatas’, ‘passando por ‘Diabo Veste Prada’ e “Ela é o Diabo’, mas sua opinião, sua análise de conjuntura sobre política, se assemelha em muito a artistas que, no Brasil, soltaram e ainda solta fogos pelas ventas por causa do impeachment de Dilma Roussef. A choradeira e as falácias são extremamente semelhante.Só não tenho provas de que nos EUA, haja algo semelhante a Lei Rouanet.
    Aliás, não há muita diferença entre, por exemplo, muitos artistas que mora Zona Sul e muitos artistas que moram em Hollywood ou em Nova York. São ricos integrantes da esquerda caviar e votam em peso em esquerdistas que tem pautas progressistas.
    Alguns jornais ou colunistas do Brasil, que tiveram, vejam só a OUSADIA de criticá-la negativamente, usaram o termo falácia para se referir a fala dela. Não, minha gente, a questão não é meramente de falácia, e de não saber digerir um processo democrático que sagrou Trump vencedor ou entender porque Trump vencedor.
    Então, vamos lá, pinçarei trechos da fala dela, transcritos em um artigo do jornal curitibano ‘Gazeta do Povo”. Ela inicialmente diz: “Se você expulsar todos, não terá mais nada para assistir, com exceção de futebol e artes marciais mistas, que não são arte”.
    Trump nunca disse, que iria expulsar todos, mas sim, os ilegais. Nos Estados Unidos, muita gente estrangeira tenta entrar, sem visto, tanto pela fronteira com o México, quanto pela Flórida via Caribe. Oras, não precisa ser inteligente para concluir que, quem está em solo americano de forma legal, não há o que temer, né? Isso é tão lógico, quanto 2+2 são 4. Mas a imprensa tendenciosa e, eu falo disso mais tarde, não estabelece uma falácia, mas uso de recorte manipulado de uma fala do Trump. Dá vontade de cantar assim: ♫ Torce e retorce, procuro mas não vejo, não sei se era pulga ou se era um percevejo♫. Pois é, é um torce e retorce, manipula, engana, tenta seduzir e muita gente cai, principalmente mulheres. Não estou sendo machista, viu?
    Meryl Streep, que eu repito é uma ótima atriz e sou fã se seus filmes, usa seu poder de formar opiniões para usar um discurso emocional, se é que não posso dizer apelativo, que tem dificuldade para entender que em democracias sólidas, como a dos EUA, a alternância de poder é saudável e, quando o povo não gosta da gestão anterior faz o Recall. Oras, não precisa ser muito inteligente para perceber que a maioria dos americanos não votaram em Hillary, porque desaprovaram a gestão Obama – que aliás no final do seu mandato tem desfilado arrogância e tom fascista, típico de menino birrento.
    É claro que o discurso da Meryl, não passa de uma negação da realidade, uma espécie de “viver em sua casinha” ideológica.
    Alguém pode me dizer, mas Leni, ela foi assertiva, quando falou, ou melhor, lembrou, quando Trump zombou de um deficiente físico. Eu, Leniéverson, me lembro desse fato e não vi nada disso. Eu não cultuo políticos, nem sou isentão, viram? Mas sou adepto de uma lógica, que é direcionado a fatos, argumentos, referências e, sobretudo neutralidade. É isso que deve ou deveria pregar o jornalismo, a neutralidade e análise apartidária.
    Obama, como eu disse, no final de seu mandato vem tentando emplacar narrativa de que Trump teria se beneficiado de serviços de Hackers russo, com ajuda “camarada” de Trump. E, com isso, teria, supostamente manipulado as eleições e as informações – que são, de fato, verídicas – sobre Hillary Clinton.
    Meryl Streep, os demais artistas esquerdistas americanos e a imprensa amiga ideológica, estão dando um banho de arrogância, petulância e falta de apreço as regras do jogo democrático. Hillary Clinton e Barack Obama, diferente do que se diz por aí, assim como o partido Democrata, são de esquerda e queriam transformar os EUA, numa republiqueta latina, onde se empurra uma narrativa única, que só pode ganhar um só partido, um só grupo, se cria um projeto de poder, digamos assim, perpétuo, dentre outras coisas.
    Para terminar, o discurso da Meryl Streep, leva os anti-Trump e os insultantes do sistema democrático americano a loucura. É compreensível, para eles, o sistema eleitoral, com a vitória de Trump falhou. Esse é ponto mais curioso, o sistema até Obama funcionou, mas com Trump falhou. Não dá para entender essa pseudo-lógica, mas o que dá para entender, mais uma vez, que os insultos, a baixaria, não irão parar, pois é assim: a esquerda, em qualquer lugar do mundo, só vê democracia quando ela ganha coisas, quando perde, é golpe. Patético!
    * Jornalista graduado pela UNIFLU-FAFIC em 2003.

  4. apenas por curiosidade… por que atentam ao detalhe da agressão ao jovem deficiente físico e não que ele era policial? por que a agressão de repente é de “esquerda”, só porque, supostamente, os agressores foram identificados como “eleitores de Hillary”? por que não focaram que os agressores eram negros? será que é porque a violência policial nos EUA é igual à violência policial brasileira, uma violência voltada apenas para pessoas de etnia negra? nota: Donald Trump é igualzinho ao garoto valentão. Se vocês acham normal e aceitável ele fazer troça de qualquer um, independente de ter deficiência ou não, vocês tem problemas sérios de empatia e humanidade.

Deixe uma resposta