Ex-secretária do MinC de Dilma compara prisões a campos de concentração e ofende vítimas do Holocausto

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Ivana Bentes sempre foi detentora de um linguajar violento. Ligada a movimentos barra pesadíssima como Mídia Ninja e Fora do Eixo, nunca deixou de apoiar o barbarismo. Quando ocupou o cargo de Secretária do Minc na gestão Dilma, deu espaço para vários desses grupos milicianos. Show de horror.

Fora do governo, seu discurso macabro prossegue, como em um texto onde ela tem a empáfia de comparar as prisões aos campos de concentração:

A massa de corpos em pedaços, as cabeças degoladas, os corações arrancados, as mãos e pernas decepadas produzem uma imagem informe e anônima, mas extremamente eficaz de desumanização radical dos usuários do sistema penitenciário brasileiro, só comparáveis, na sua abjeção e monstruosidade, às imagens dos campos de extermínio.

As prisões no Brasil e em parte da América Latina não têm nada da racionalidade disciplinar e clean das séries de TV norte-americanas, com suas “prisões modelo”. Aqui, as prisões se assemelham a campos de concentração para miseráveis e pobres, onde se faz a gestão do “excedente”, dos que se tornaram inassimiláveis pelo mercado, como descreve Zygmunt Bauman no seu livro Globalização: as consequências humanas. A prisão vista como uma alternativa aos que foram “inabilitados” para o emprego. O exército de reserva de um necrocapitalismo global.

Só faltou ela dizer que nos campos de concentração não estavam bandidos, mas homens, mulheres e crianças que levavam suas vidas honestas e, mesmo assim, eram condenadas ao horror promovido pelo estado totalitário (tão totalitário quanto aquele de Stalin, apoiado pela extrema-esquerda). As mortes nas guerras de facções não vieram das mãos do estado, mas de companheiros de crime.

Nota-se que os petistas não respeitam absolutamente nada. Nenhum sentimento. Nenhum sofrimento. Nenhuma vítima. Todos são objeto de suas equivalências morais asquerosas que só servem como demonstração de desumanidade.

Ela pode até torcer para os criminosos, se assim for de seu agrado. Mas comparar os criminosos que se matam entre eles com judeus vítimas de um estado totalitário é ultrapassar qualquer limite de provocação.

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3 COMMENTS

  1. Luciano, pesquise ”Miss Finlândia 2017” e ”Miss Helsinki 2017” no Google e tenha uma crise de riso ou de choro porque o politicamente correto passou de todos os limites possíveis, e nossa imprensa brasileira não está fazendo nenhum alarde com isso, já sabemos o porquê: ela é feia e estão mascarando o quão nocivo o politicamente correto é, pela Finlândia ser um país com maioria de brancos loiros eles não podem usar uma ”população miscigenada” como desculpa para validar à escolha dessa negra feia como vencedora.

  2. Ela não disse nenhuma mentira. Só esqueceu de dizer que nos 13 anos do governo que ela participou nada foi feito. Ou melhor, foi sim, ROUBARAM PRA NINGUÉM BOTAR DEFEITO.

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