Esquerdista diz que Brasil "não honra sequer os seus condenados". Sequer? Mas cuma?

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Na onda da sensibilidade artificial excessiva na qual os intelectuais e demais formadores de opinião de esquerda estão dedicados, algumas declarações ultrapassam o limite do tolerável.

Por exemplo, este discurso do antropólogo Roberto DaMatta, em texto escrito ao G1: “É vergonhoso viver num país que não honra sequer os seus condenados”.

A expressão “sequer” significa “pelo menos”. Ou seja, ele está pedindo que aquilo que define como “honra aos condenados” seja um pré-requisito básico. Tal declaração é ofensiva.

O uso da expressão “pelo menos” (ou sequer) caberia às vítimas dos bandidos e, em especial, à todos os cidadãos que não foram condenados.

Não estou sugerindo que os presos devem ser mortos, mas, se há uma preferência por proteção, esta preferência deve ser dada aos que jamais foram condenados. Porém, ao dizer que tem vergonha de “viver num país que não honra sequer os seus condenados” ele está sendo claro ao dizer que, como requisito mínimo, os condenados devem “ser honrados” (seja lá o que ele queira dizer com isso).

Eu já tenho vergonha de viver num país onde existem intelectuais que não honram preferencialmente aqueles que jamais foram condenados.

Lamentável, lamentável.

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2 COMMENTS

  1. Esse tal de Roberto DaMatta deveria entender que:”vergonhoso é viver num pais onde muitos diplomados em certos ‘cursos superiores’ (?), por pior que tenham sido esses cursos, se dispõem a emitir ‘pensamentos’ (?) que só servem para ‘PROFANAR’ a imagem de tais cursos, ainda mais”.

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