Blogueiro petista redefine racismo para poder praticá-lo à vontade

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Leopoldo Duarte, um “jornalista” da Revista Fórum, que é ultra-esquerdista, escreveu um artigo no qual tenta mudar o significado de racismo para poder praticá-lo livremente. Ao menos isso que algumas das frases que vocês lerão abaixo deixam subentendido. Confira:

“Quando quatro jovens negros estadunidenses sequestram e torturam um colega branco com deficiência uma pergunta percorre as redes sociais: pessoas negras podem cometer racismo contra brancas? Os jovens em questão foram imediatamente presos porque exibiram em vídeo as agressões contra a suposta vítima e uma das possíveis motivações expostas em cena parece ter sido o ódio a Donald Trump. A foto dos jovens rodou a mídia global sob a acusação explícita – e sensacionalista – de racismo.”

Os termos “colega branco” e “suposta vítima” denotam bem o caráter do pretenso jornalista, para início de conversa. Contudo, dizer que foi “sensacionalismo” tratar o caso como racismo é no mínimo tosco e vergonhoso. Não há necessidade de suposição alguma, pois o vídeo era claro o bastante quanto às motivações dos agressores.

Outro trecho:

“Ou ainda que um homicida branco entre numa igreja negra com o propósito, orgulhosamente declarado, de matar pessoas pretas. Até porque nesses casos a culpa sempre recai em algum distúrbio psicológico a ser sempre confirmado por especialistas e garantido pelo senso comum. Afinal “todos sabemos” que os piores racistas são os negros.

Primeiramente, era evidente que o sujeito em questão tinha mesmo algum distúrbio, o que em nada retira a possibilidade clara de que ele também fosse racista. Seja como for, a imprensa brasileira e internacional tratou do caso como racismo desde o começo, até antes mesmo de qualquer averiguação. Quanto a última frase, trata-se de uma opinião do próprio autor, porque ela não ecoa no mundo real de maneira alguma.

Aqui, outro trecho:

“Como qualquer pessoa ou grupo de pessoas negras podem, individualmente, superar três séculos de escravização, Apartheid, segregação, marginalização e a violência do “mito da democracia racial” dificilmente saberemos, mas o que aparece constantemente em manchetes abordando agressões Racistas é o caráter especulativo. Demonstrações de racismo cometidas por pessoas brancas geralmente provocam cautela nos jornalistas responsáveis, mas não quando os “culpados” são negros.

Importante frisar que este trecho em negrito e sublinhado, destacado por mim, é algo que partiu da mais pura imaginação. Tal coisa não reflete de modo algum a realidade, quando de fato o que acontece é o exato oposto. Qualquer coisa que um branco faça contra um negro nos dias de hoje é, a priori, tratada como racismo, mesmo que não tenha sido esta a motivação. Foram inúmeras as manchetes no ano passado, por exemplo, dizendo que um “policial branco atirou em um negro”, ignorando fatores primários como o caso em que o negro estava atirando contra o policial, por exemplo.

Vamos para mais um trecho:

“Em caso de dúvidas é só esperar o próximo flagra filmado de uma idosa branca paulista atacando alguma pessoa negra por alguma característica culturalmente associada a negritude para confirmar. Todo semestre aparece uma dessas mas, imparcialmente, elas também acabam sempre sendo inocentadas por juízes brancos sem nunca ter passado um dia sequer na cadeia.

O caso que ele menciona é, na realidade, um bom exemplo de como o racismo tem sido levado a sério. A idosa que proferiu uma série de insultos racistas é  Davina Aparecida Castelli, de 75 anos. A mesma chegou a ser condenada a 4 anos de prisão em regime semiaberto em 2014 e uma indenização de quase R$ 30 mil. Mesmo recorrendo – e no Brasil sempre tem jeito de recorrer – ela ainda vai cumprir prisão em regime aberto por 4 anos.

Contudo, a parte realmente engraçada do texto é quando ele mesmo printa e coloca manchetes de jornal que corroboram tudo ao contrário do que ele tenta vender. Confira o print:

manchetes-suposto-racismo

As manchetes do UOL e da Istoé, que estão no meio, dizem justamente que o garoto de Chesterston era racista, ao contrário do que ele passou a maior parte de seu texto tentando dizer. Agora, contudo, é que vem a cereja do bolo:

“Porém, pessoas negras não podemos ser racistas contra pessoas brancas.[Destaque feito por ele próprio] Porque, diferente do que os mesmos jornalistas parecem acreditar, racismo não é a mesma coisa que preconceito.[Destaque feito por ele próprio] Racismo é ter o preconceito e o poder de definir como se vive e se morre a partir dele. Significa ter opiniões negativas sobre outros e estabelecer mecanismos que façam essas opiniões tenham impacto negativo, material e subjetivo, na vida desses outros.  Então, enquanto pessoas negras não tivermos o poder de decidir sobre a trajetória e o fim de vidas brancas; enquanto não produzirmos leis e mecanismos de conduta que punam mais frequente e severamente brancos; enquanto não tivermos o álibi da imparcialidade nos nossos posicionamentos, jamais poderemos ser racistas.

O que o tal “jornalista” quis dizer aí é bem fácil de compreender: para ele só é racismo o que afeta negros. O fato de que milhões de judeus foram exterminados ainda no século passado, por exemplo, nem mesmo lhe passa pela mente, ou mesmo o fato de que estes mesmos judeus ainda sofrem preconceito e perseguição por parte da própria extrema-esquerda, como se viu em casos do tipo Babá queimando a bandeira de Israel.

Isso, no fundo, é só uma desculpa bem elaborada para que ele mesmo possa praticar racismo contra pessoas que não são negras e ficar incólume. Obviamente isso não vai ocorrer, porque as pessoas não estão mais aceitando esse tipo de coisa. Ainda assim, eles tentam.

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9 COMMENTS

    • Para Marx ele só serviria pra limpar o chão, e pro Engels ele não mereceria ter nascido e deveria ser exterminado. Negros marxistas são tão imbecis quanto os gays que se vestem como Che “el chancho” Guevara, aquele que odiava e mandava matar homosexuais. Pra ver o nível extremo de burrice das pessoas atualmente. Mas aí quando a gente acusa essas discrepâncias entre a fé nas ideologias e a realidade, nós é que somos “extremistas”, “fascistas” e “manipulados”.

  1. Muito bom Luciano, tinha lido através do comentário de outro participante e penso o mesmo sobre sua postagem

    O interessante é ver os comentário na página deste “jornalista” e ver algo como Até que enfim encontrei uma voz lúcida e blá blá bla

    Não sei se pessoas assim tem solução, são ignorantes e sem perspectivas de melhora infelizmente

  2. Quem lê os artigos desse bosta são apenas os brancos mais esclarecidos. O ódio que ele tem dos brancos deve fazer muito mal para o fígado dele. Pobre coitado. kkkkkkkkk

  3. “O caso que ele menciona é, na realidade, um bom exemplo de como o racismo tem sido levado a sério. A idosa que proferiu uma série de insultos racistas é Davina Aparecida Castelli, de 75 anos. A mesma chegou a ser condenada a 4 anos de prisão em regime semiaberto em 2014 e uma indenização de quase R$ 30 mil.”

    Quando uma ofensa verbal é levada mais a sério do que assassinatos e estupros, é ora de rever os nossos conceitos.

    É engraçado como o jornalista fala que racismo é apenas ter opiniões negativas. Ninguem reclama quando tratam as minorias como bebes mimados pois implicitamente tem essa noção de que não conseguem nada sem a ajuda do governo. Roubam-lhes a dignidade e só sabem aplaudir. Enquanto não atuarem contra o racismo positivo ou machismo positivo, não merecem serem levados a sério.

  4. Como e que esse negro pode falar que o racismo so deve ser punido quando vier de brancos e negros sao inimputaveis, so por causa da cor? O que significa isso? Segundo ele o negrio e mais gente do que o branco? Nem ele que e tao puro na sua cor, deve ostentar esse cabelo sem lavar e sem pentear. Olhe aqui lixo, va cuidar de seu proprio corpo que voce fara um favor aqueles que o rodeiam. Deus amou a limpeza e voce, assim como todos nos devemos seguir-lhe o exemplo.

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