Petista decide se preocupar com os gastos na "reforma do Alvorada" e usa amnésia seletiva

0
119

Mais uma da série “as extraordinárias contradições narrativas da extrema-esquerda”. Agora é a vez do petista Paulo Nogueira, que perdeu a cabeça após o anúncio de que Marcela Temer pediu para tirar tapetes e objetos de cor vermelha do Palácio do Alvorada. Muitas dessas decorações vinham dos tempos do comunista Oscar Niemeyer.

Aí ele diz: “Quem vai pagar a conta da reforma do Alvorada? É claro que é uma pergunta retórica. O contribuinte vai ficar com a conta.” Mas será que o dinheiro para a decoração original veio do céu? Será que chovia dinheiro na época de Niemeyer? E a reforma milionária feita no tempo de Lula?

Só que em seguida ele confessa: “Não pela cifra em si. Mas pela simbologia. Gastar dinheiro com um palácio num momento de crise ululante é coisa de quem não tem noção.” Isso não passa de um engana trouxa, pois devemos questionar: será que o dinheiro estava sobrando quando a decoração de Niemeyer foi implementada? Quanto desse dinheiro serviria para “aliviar a crise”?

Há outro momento cômico: “O desprendimento alegre com que as autoridades brasileiras torram o dinheiro do contribuinte é uma das tragédias nacionais”. Isso vem do apoiador de um partido (o PT) que destruiu a nossa economia em um projeto de saqueamento estatal para construir uma ditadura, além de enviar dinheiro para outras ditaduras aliadas.

Pensando bem, o dinheiro gasto para a reforma do Alvorada é muito mais bem gasto do que aquele torrado na lei Rouanet, no envio de verba para ditaduras e – por que não? – no financiamento de blogs petistas, como é o caso do Diário do Centro do Mundo, que recebeu cerca de 1 milhão de reais só em 2016 nos primeiros meses do ano do governo Dilma.

Anúncios

Deixe uma resposta