Ashley Judd, artista de esquerda, resolve lutar contra o “privilégio branco” atacando… emojis

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A atriz esquerdista Ashley Judd sugeriu uma mudança nos emojis, como forma de lutar contra o que chama de “privilégio branco”. Ela reclama do fato dos emojis terem por padrão a cor branca. Segundo Ashley, isso causa discriminação. Sua ideia é que os emojis tenham como padrão a cor negra. Neste caso, uma mulher branca, por exemplo, veria seu emoji de cor negra por padrão, tendo que alterar para a cor branca posteriormente.

Ela escreveu em sua página de Facebook: “E se os emojis viessem, por padrão, na cor negra? Aí NÓS, brancos, teríamos que selecionar uma cor que NOS representasse mais adequadamente?”.

Ela prossegue dizendo que uma questão deste tipo “pode me conscientizar a respeito de como é ser uma pessoa de cor em um mundo ‘brancocêntrico’. Como tudo está centrado no padrão da brancura, todo o resto seria uma variação”.

A ideia de Ashley é novamente outra ideia divisionista, que só tem objetivo de criar mais rancores entre grupos, desestimulando a visão comunitária de sociedade.

Entretanto, poderíamos sugerir que os emojis de cada usuário viessem, como padrão, na cor que ele próprio definiu em seu perfil. Essa seria uma sugestão de melhoramento de tecnologia, e não uma imposição legal. Mas note: é uma sugestão unicamente focada em mercado, distante de qualquer estímulo ao divisionismo torpe do fascismo cultural, o qual é adotado pela esquerda.

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