Mulher chantageia Donald Trump por “assédio” mas comete grave erro tático

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Summer Zervos, de 41 anos, é uma das seis mulheres que acusou Donald Trump de assédio sexual. Ela entrou com um processo de difamação contra o presidente eleito. Summer, por exemplo, disse que foi beijada na boca em 2007 ao participar do programa O Aprendiz. Em um segundo encontro, Trump teria sido “agressivo sexualmente”. Mas isso tem cara de narrativa, e não de exibição de evidências.

Até aí tudo bem: é o típico lawfare do jogo político, onde os processos são meras armas para capitalização política. Se ela tiver provas, que apresente. Se não tiver, que receba o troco. É jogo sendo jogado.

Porém, o aspecto ridículo de tudo foi ela dizer que “abre mão do dinheiro se Trump reconhecer atos e pedir desculpas”. Eis o tiro no pé de Summer, pois isso é chantagem judicial. Se for esperto, o advogado de Trump deve utilizar isso contra ela. A regra é simples: “ou prova ou não prova”. E se as provas não aparecerem, o negócio é processá-la de volta.

Observe o truque: ela não abriu um processo contra Trump por assédio, mas por difamação. Razão: Trump disse que a acusação de Summer era mentira e, portanto, não pediu desculpas. Só estúpidos ou mal intencionados não percebem o cheiro de treta.

Em resumo: se ela tem provas de assédio, que o processe por… assédio. Se não faz o processo por assédio, é provavelmente por não ter provas. Se não há provas, não há razão para pedir desculpas. Ao contrário; só há razão para processá-la por falsa comunicação de crime.

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