Doria e os pichadores em pólos opostos: ele constrói valor, enquanto os vândalos só destroem

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A batalha política entre João Doria e os pichadores vai indo muito bem em favor do primeiro. Digamos que este conflito é aquilo que os advogados chamam de “causa ganha”.

Doria está no comecinho de seu mandato e não há informações para defini-lo como um case de sucesso ou fracasso, embora o começo está saindo melhor do que a encomenda. Mas o fato inegável é que Doria tem um histórico de empresário gerador de valor, e parece ter entrado com esse tipo de mentalidade na prefeitura.

Para Doria, é fácil pensar em coisas em termos de como valor pode ser gerado. Nas empresas é assim que as coisas são. Quem não gera valor, está fora. Ao deixar a cidade mais limpas e lutar contra as pichações, ele oferece um ambiente com menos poluição visual aos pagadores de impostos.

E do outro lado do combate, o que temos? Temos os pichadores, conhecidos por causar danos à propriedade alheia, atuar de maneira criminosa e só trazer estorvo ao povo. Quem já teve propriedade pichada sabe que deste tipo de baixeza só restam duas atitudes: permanecer com a propriedade danificada à contragosto, ou ter que gastar com pintura. Em ambos os casos, só temos destruição de valor.

Por isso mesmo é só garantia uma boa comunicação que esta batalha já está ganha. E não vai adiantar que os pichadores se juntem para pichar de novo as vias que já foram limpas. Eles só vão reforçar o frame de que os pichadores, do lado da extrema-esquerda (que os apoia), estão destruindo valor, enquanto o prefeito está gerando valor.

Eis uma batalha na qual Doria pode vencer tanto se os pichadores aceitarem as regras como se decidirem ir para o confronto.

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