Prisão de Eike Batista é um murro na cara do capitalismo de compadrio

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O que vivemos hoje, no Brasil, especialmente após o governo petista, é o que podemos chamar de capitalismo de compadrio, ou capitalismo de laços. É um ambiente no qual existem empresas privadas, no qual o Estado não chega a controlar as áreas produtivas, mas ainda assim é um território inóspito para o capitalismo de livre-mercado. Empresários fazem alianças corruptas com o governo, em troca ganham afagos dos políticos e enriquecem, todos eles juntos.

Eike Batista é um símbolo desse tipo de política. O sujeito ficou bilionário, chegou a ser a pessoa mais rica do país, e ele o fez com base em um monte de mentiras. Batista enganou acionistas, botou dinheiro sujo em campanhas petistas e aliadas, fez conluios com a Petrobrás e teve grande parte de suas riquezas diretamente vinculadas aos impostos que pagamos.

Depois de anos surfando na corrupção petista, Eike “faliu”. Mesmo depois da falência, ele permaneceu milionário e continuou livre. Somente hoje, anos depois, é que sua prisão foi decretada. Como ele tem dinheiro de sobra, certamente tem acesso a informações privilegiadas, pois pode subornar outros agentes do Estado. No momento, está foragido e não se sabe aonde, provavelmente já sabia da operação que pretendia prendê-lo e saltou fora enquanto ainda podia.

Figuras como Eike Batista são geradas pelo capitalismo de compadrio, coisa que é comum em todos os governos de extrema-esquerda. Tanto aqui como em outros países, sempre existem esses “investidores” misteriosos que atingem rápida ascensão, e na maioria das vezes eles estão ligados a algum partido – normalmente de esquerda ou extrema-esquerda – que está no poder.

O que ocorre é que casos como o de Lula, que justamente se cercou desse tipo de empresários para se manter no poder, são os mais comuns quando se trata da politicagem esquerdista. O molusco não é exceção, é a regra. Verdade seja dita, neste ponto Lula só seguiu o livro de regras que outros escreveram. É fato que seguiu muito bem, tanto que ainda é rico e ainda está solto, pois conseguiu aparelhar boa parte do Estado ao seu partido.

Seja como for, o mandado de prisão contra o empresário é um duro golpe nesse modelo de capitalismo de laços, um sistema cujos responsáveis chicoteiam o povo e tiram dele até as últimas gotas de suor, tudo para financiar a mordomia de uns poucos privilegiados.

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3 COMMENTS

  1. Não é por nada não, mas quando se afirmam coisas é preciso prová-las deixando as fontes. Não sou petista e muito menos esquerdista, antes que resolvam me atacar.

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