Trump quer destruir o terrorismo islâmico, mas a marcha contra ele defendeu a Lei Sharia

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É difícil encontrar uma ironia maior do que esta, que faz parte do cardápio de narrativas colapsadas da esquerda.

A marcha das mulheres contra Trump emitiu a narrativa de que Trump “odeia as mulheres”. Na verdade, isso nunca passou de um truque de rotulagem, pois jamais comprovaram que ele tinha qualquer “raiva” de mulheres.

Ao mesmo tempo, Trump é um presidente que, finalmente, se opõe ao terrorismo islâmico radical, que é um dos maiores inimigos das mulheres. Em termos de apedrejamento e estupros de mulheres, o islamismo radical toma a dianteira.

Mas na marcha das mulheres, uma de suas coordenadoras, Linda Sarsour, defendeu abertamente a Lei Sharia, que é a mais pura manifestação da misoginia.

Esse é apenas mais um exemplo da artificialidade dos movimentos que dão direção à esquerda atual. Não obedecem a uma lógica ou qualquer valor maior, mas ao financiamento de pessoas como George Soros.

É por contradições deste tipo que essa gente só possui uma única e decisiva esperança: censurar a oposição.

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