Atitude de Joy Villa é um balde d'água fria nos esquerdistas americanos

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O que a cantora Joy Villa fez na premiação do Grammy é o tipo de coisa que sustenta exatamente aquilo que foi dito por Paul Joseph Watson, que em um de seus últimos vídeos afirmou que o conservadorismo – ou o libertarianismo – é a nova contra-cultura.

Ao contrário do que praticamente todos os queridinhos de Hollywood e famosos em geral têm feito, atacando Donald Trump com ou sem motivos apenas para bancarem os “legais”, os cools, Joy teve a ousadia de ir ao Grammy com um vestido que, além de ter as cores da bandeira americana, tinha também o slogan de campanha do republicano, o “Make America Great Again”.

Para somar a tudo isso, tem também o fato de que Joy é negra, o que para os fascistas culturais a deixa, de certa forma, blindada de críticas mais agressivas. Naturalmente, se fosse uma cantora branca ela já teria sido linchada publicamente, mas como não é este o caso as críticas a ela até agora foram relativamente “suaves”.

É difícil dizer se Joy Villa é mesmo uma legítima apoiadora das propostas de Trump, mas o fato de ela ter feito o que fez prova que ser “de direita” é a verdadeira contra-cultura.

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7 COMMENTS

  1. Parabéns a essa moça. Ela abriu um grande precedente contra a patrulha ideológica de esquerda. Esquerdopatas fascistas que são capazes de qualquer baixaria para amedrontar os simpatizantes do Partido Republicano.

  2. Talvez ela tenha feito isso só pra tirar com a cara da massa de manobra democrata no meio artístico. E tomara que tenha sido essa mesma a intenção dela!

  3. Luciano, na verdade, a Joy Villa está sendo alvo de muito ataques da esquerda (genérica, como você mesmo diz) americana, com gente inclusive ameaçando-a de morte.
    Nada surpreendente, vindo da esquerda “mais amor, menos ódio” e dos que se dizem tolerantes, multiculturais e blablabla…

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