Target tenta impor agenda transgênero e ações derretem

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Tal como o caso da Netflix, postado há pouco, o boicote também afetou a Target após a empresa anunciar a tentativa de forçar a agenda transgênero para o público. Como já é sabido, ninguém mais suporta essa imposição, por isso tem sido cada vez mais comum esse tipo de reação. Inclusive a Starbucks teve o mesmo problema recentemente:

“Primeiro foi o Starbucks. Indignados com a política do Presidente americano Donald Trump de restringir a entrada de imigrantes no país, a rede de cafeterias anunciou que contrataria 10 mil imigrantes, sem nenhuma contrapartida de contratação de americanos natos. Resultado? As ações simplesmente despencaram”, informa o Sul Connection.

O caso com a Target foi assim. A varegista adotou uma política agressiva nas vendas de vestuário, tentando forçar seu público a comprar “roupas unissex”, a fim de propagar uma agenda que contempla a famigerada ideologia de gênero. O resultado foi idêntico: queda nas ações.

“As ações da Target despencaram de U$ 83 para U$ 64,77. Uma perda de mais de 78%. Como resultado, a rede viu-se obrigada a anunciar o cancelamento de projetos de expansão anunciados com bastante antecedência, incluindo uma loja completamente automatizada na qual os clientes seriam atendidos por robôs baseados em suas preferências pessoas colhidas em Big-Data”, reforça o Sul Connection.

Bastou a guerra cultural começar a ser jogada pela direita para que a extrema-esquerda perdesse o monopólio.

NOTA: Ao citar a matéria do site Sul Connection, não percebi o erro no percentual. A perda não foi de mais de 78% como afirmada acima, mas de aproximadamente 23%.

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2 COMMENTS

  1. O que eu detesto na Target é que o banheiro pode ser usado por transexual. Faço o possível para ir em qualquer outro varejista. Mas a loja é ótima, uma pena essas políticas. Mas quem filho tem medo.

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