A extrema-esquerda está muito irritada com a contratação do apresentador Marcão do Povo pelo SBT

2
161

A extrema-esquerda brasileira está em fúria nesta terça (14) ao saber que o SBT decidiu contratar o apresentador Marcão, demitido injustamente da Record após uma falsa acusação de racismo.

Relembrando a história: em um programa, ao comentar sobre a cantora Ludmilla, Marcão a chamou de “pobre macaca”. Na simulação de falso entendimento – quando alguém finge entender algo errado apenas para obter capital político -, tanto Ludmilla como a mídia resolveram chamar o apresentador de “racista”, quando na verdade o termo “pobre macaco” é empregado naquela região para designar pessoas pobres, e não fazer referências raciais.

Não havia evidência de que Marcão havia sido racista, mas a mídia adotou a falsa comunicação de crime, buscando causar revolta pública e a demissão do apresentador. Dentro do padrão da psicopatia política do fascismo cultural, a destruição da vida de pessoas inocentes é sempre algo tratado como um troféu.

Porém, Marcão decidiu processar a Record, e muito provavelmente vai ganhar a ação, até porque falsa comunicação de crime é algo gravíssimo, ou seja, acusar alguém de racismo sem que essa pessoa tenha praticado tal crime. Não sei se Ludmilla praticou falsa comunicação de crime tal como boa parte da mídia, mas caso ela tenha emitido a narrativa de que “Marcão é racista”, caberia processo também. Aliás, vários órgãos de mídia poderiam ser processados por Marcão.

De qualquer forma, enquanto Marcão está processando a Record (que deverá pagar o preço de tê-lo demitido a partir de uma falsa comunicação de crime), ele foi contratado pelo SBT. Isso está irritando os adeptos do fascismo cultural, como, por exemplo, Mauricio Stycer, que não teve a vergonha de se dizer indignado com a contratação de Marcão. É como se Stycer estivesse oficialmente dizendo: “para praticar virtue signaling, eu formalmente venho pedir para que um inimigo político continue desempregado”.

Que tipo de gente é essa que luta para tentar desempregar pessoas que discordem de suas opiniões políticas? Obviamente, são monstros em forma humana. É o que há de pior na humanidade. Eu até me sensibilizo com Ludmilla por ter se sentido ofendida, mas se Marcão explicou a razão para o termo adotado (e que não tinha conotação racista), qualquer projeto de destruição da vida alheia é monstruoso e imperdoável.

Veremos mais exemplos de esquerdistas protestando de modo dolorido, por um único motivo: não conseguiram destruir a vida de alguém. Um sistema de pensamento que só gera vontade de destruir os outros por motivo algum (apenas por sadismo) não é coisa que preste. Boa sorte ao Marcão. E que ele ganhe muitos processos contra quem praticou falsa comunicação de crime!

Anúncios

2 COMMENTS

Deixe uma resposta