Governo feminista da Suécia se humilha ao vestir hijabs no Irã e ainda tenta se justificar

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Chamada de “Caminhada da Vergonha” pela ONU Watch, uma ONG de Genebra, a foto que mostra as mulheres do governo sueco, orgulhosas de seu feminismo, vestindo hijabs e passando cabisbaixas na frente de Rouhani, presidente iraniano, deu o que falar nos últimos dias.

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Depois de tanta repercussão, a ministra do Comércio Ann Linde, que liderava o grupo, deu uma desculpa esfarrapada, dizendo que tinham que “respeitar a lei do Irã”, como se alguém tivesse alguma dúvida quanto a isso.

A imagem não seria tão vexatória se as suecas em questão não tivessem a típica prepotência feminista. Há poucos dias, por exemplo, as mesmas mulheres que aparecem submissas ao islã posaram para um foto que fazia uma “provocação” a Donald Trump.

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Pode até ser verdade. Provavelmente elas tiveram mesmo que se submeter a lei islâmica do Irã para usar as hijabs. O fato é que isso, de qualquer forma, é uma fissura moral para um governo esquerdista que quer vender a imagem de  “mulheres independentes” e “seguras”. Provocar Donald Trump é fácil, já que é evidente que ele não fará nada demais além de proferir alguma ofensa. Afrontar uma regra iraniana parece bem mais desafiador.

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26 COMMENTS

  1. Se não tivessem se submetido à lei islâmica, ou seja usando o hijabs, jamais teriam avistado o presidente Rouhani. Humilhadas e submissas. Uma vergonha.

  2. “Provocar Donald Trump é fácil, já que é evidente que ele não fará nada demais além de proferir alguma ofensa.”

    Quando foi que isso aconteceu?

    • Cabe aqui a máxima: antes de comentar:

      1 – leia, mas leia tudo, porque opinar só pelo título da matéria é mostra de ignorância;
      2 – se tem dúvida sobre algo no texto, pesquise, porque opinar sem entender é mostra de ignorância;
      3 – depois que entendeu TUDO, opine;
      4 – ao confrontarem sua opinião com argumentos, não tente usar “respeite minha opinião” – isso é mostra de que há desejo de permanecer na ignorância.

  3. Eu só posso crer que elas são dementes. Não é possível o agir assim em uma pessoa normal. Vão ao irã e vestem uma peça de roupa que representa a repressão à mulher. . Se são feministas, então piorou. Onde está a coerência com o que vivem? São comunistas, então piorou. Elas enquanto comunistas, são ateias. Não deveriam ir a um lugar como aquele. Pelo visto não causou nenhum mal estar. No país delas, falar contra os muçulmanos é praticamente crime. O senso de pertencer aquele local inexiste. Elas procuram trucidar quem pensa diferente no país delas que é civilizado. Gostaria de vê-las realmente proclamando ao mundo islâmico o que pensam, como agem e o que desejam. Como disse, elas são insanas. Não tem como compreender ou dialogar, não tem

  4. Engraçado , querem que os muçulmanos respeitem a nossa cultura , mas respeitar a deles é uma humilhação , uma barbaridade , uma ideia inadmissível.
    Qual é a coerência?
    Isto é respeito multicultural
    Logo a designação do governo sueco por “governo feminista” mostra a intolerância da publicação
    E de um país que é um exemplo para qualquer outro
    Especialmente para os que promovem o ódio , as guerras , o caos planetário

  5. Uma pena,tantas se sacrificaram em busca da dignidade feminina,mas quando chegam ao poder se portam como o mais desprezível dos homens senão piores.Falarão logo da Tratcher.Mas… uma só?

  6. Que bosta de texto. Elas estavam no Irã em visita oficial, é lei usar o hijab e o bolsominion que escreveu este texto queria que elas criassem u incidente diplomático? Que coisa mais imbecil.

  7. se fossem visitar o Papa em visita particular, a etiqueta exige q as mulheres levem a cabeça coberta , se fossem a Tibet teriam q levar uma peça de seda branca no pescoço para oferecer ao entrevistado, se fosse na Amazonia o correto e levar presentes para os indigenas, se fosse nos inui do canadá, e na polinésia tb levar presente, não acho nada demais respeitar uma etiqueta quando não afeta a saúde, e puro preconceito ocidental e cristão.

    • Respeitar etiquetas não tem nada de mais. O problema ocorre quando tal etiqueta se utiliza de comportamentos ou objetos que simbolizam opressão naquela determinada região. Faltou senso de proporção ao tentar igualar as etiquetas mundo afora.

      Ademais, “PRÉconceito Ocidental e Cristão” num mundo onde o radicalismo islâmico como do ISIS propaga o terrorismo (exterminando inclusive árabes cristãos) e vários países islâmicos proibem igrejas judaico-cristãs ou de outras matizes religiosas, é simplesmente tola provocação que revela rancor à cultura ocidental.

      O texto foi claro em criticar um padrão comportamental paradoxal de quem se diz defensora das mulheres de qualquer opressão.

      Em tempo: eis a ‘gratidão’ recebida por quem acolheu refugiados, e ainda é acusado por preconceituoso ocidental e cristão:

      http://www.dailymail.co.uk/news/article-3893436/amp/Angela-Merkel-pressure-refugee-policy-revealed-migrants-committed-142-500-crimes-Germany-six-months-2016.html

  8. Eu goataria que os coxinhas se decidissem. Afinal na hora de exaltar os pontos positivos do país (que pelo amor de Deus, são imenaos) vocês faltam pouco dizer que o país é de extrena direita. Agora, na hora de botar o machismo pra gritar o país e se esquerda? Estou confuso agora kkkkkkkkkkkkkkk

    • kkkkkkkkkk… não tente dar uma de esperto. O Riksdagen (que você nem deve saber o que é) “virou à esquerda” em 2014, depois de 3 mandatos de centro-direita, espertão.

      Ou seja: menos de 3 anos no poder, e só vexames.

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