Até quando a imprensa irá silenciar sobre a violência e a intolerância da esquerda? Eis a resposta…

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Um texto de Adolfo Sachsida para o Instituto Liberal pergunta: Até quando a imprensa irá silenciar sobre a violência e a intolerância da esquerda?

No artigo o autor menciona diversos casos recentes, como o ataque contra Milo Yiannopoulos em Berkeley, ou os ataques petistas contra Fernando Holiday na semana passada, ou mesmo os diversos protestos violentos que a extrema-esquerda organizou no país nos últimos meses.

“Nos Estados Unidos um homossexual foi impedido de palestrar numa universidade pelo simples fato de ser um conservador. Na grande imprensa não vi nenhuma crítica sobre a intolerância e violência da esquerda. Também não vi nenhum grupo LGBT sair em defesa do homossexual.”

É verdade. A imprensa não deu nenhuma ênfase ao caso, e alguns jornais como Estadão e G1 chamaram Milo de “supremacista branco” ou “provocador de extrema-direita”, tentando praticamente culpá-lo pela violência da qual foi vítima. Agora, respondendo à pergunta de Adolfo, creio que já sabemos exatamente como isso funciona, ou deveríamos.

A grande mídia, nos moldes em que está, é claramente um puxadinho de partidos políticos e movimentos sociais de esquerda. Não é que os jornalistas ignorem os casos, é que eles não querem e talvez até não possam divulgá-los com a ênfase necessária, porque estão a serviço de uma agenda política contrária, uma agenda que defende a baderna, a violência e o crime como formas legítimas da expressão política, mas só quando ela parte do lado deles.

O fato é que nós não devemos esperar que nossos adversários – os partidos, movimentos e jornais de esquerda – façam o nosso trabalho. Não podemos esperar que eles facilitem a nossa vida, porque isso é uma forma de não jogar o jogo. Nós temos que jogar o jogo e praticar, contra eles, o shaming, temos que expor aquilo que eles fazem, a sua imoralidade. Além disso, temos que nós mesmos ocupar esse terreno.

A grande mídia tem perdido um precioso espaço para as mídias alternativas. Hoje, a maioria das pessoas não dá mais crédito algum para veículos como Folha de São Paulo, UOL, etc., tudo isso porque no ano passado eles passaram a maior parte do tempo mentindo sobre as eleições americanas, o Brexit e até mesmo sobre o processo de impeachment no Brasil.

Claro, a pergunta de Adolfo é muito pertinente. Ela deve ser feita para justamente envergonhar os jornalistas que claramente deixaram de lado a ética profissional para servir ao interesse de grupos políticos. O caso é que essa é uma batalha que podemos vencer, e nunca houve momento tão propício para isso. A fé das pessoas no que a imprensa diz nunca esteve tão baixa como agora, e este é um momento de fraqueza que precisamos aproveitar para ocupar terreno.

Quanto mais espaço ocuparmos com as mídias alternativas, quanto mais avançarmos no ataque contra veículos da imprensa vendida, mais ganho teremos.

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