Por que nunca existiu melhor momento para ser de direita?

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Marcus Vinicius Motta escreve, no Facebook:

E de repente nos vemos numa época em que a esquerda quer cobrir corpos de mulheres, censurar palavras e frases “extremas”, controlar a forma como as pessoas se relacionam, se defendem, se manifestam.

Divide a sociedade das formas mais bizarras, negros para cá, héteros para lá, gays por ali, brancos ficam aqui, índios fazem isso, hispânicos votam assim, aqui não se fala isso, ali não entra não sei quem.

Do outro lado a direita defende a liberdade de agir, se vestir, ficar nu, se defender, falar o que quiser onde quiser do jeito que quiser, votar como preferir, frequentar ou deixar de frequentar o lugar que for, escolher companhias ou optar por não escolher nenhuma.

Triste fim dos “prafrentex”. Hoje são eles os “fascistas”, autoritários, fiscais da vida alheia que sempre acusaram os outros de ser.

A verdadeira contra-cultura está na direita, na alt-right, nos reaças, em quem desafia o status quo do politicamente correto, da justiçagem social, em quem não se rende à encheção de saco da ditadura dos oprimidos e ofendidos que, curiosamente, oprimem e ofendem todos que não se sujeitam a eles.

Que delícia.

Marcus está certíssimo.

A censura e a violência da esquerda pode até desanimar alguns, mas é isso que está dando a “nova cara” para a direita.

A cada vítima que a esquerda faz, novos mártires surgem. A cada ação censória, aquele que é censurado expõe a situação de amordaçamento como um troféu. A cada vida destruída pelo fascismo cultural, podemos expor a crueldade feita contra os indivíduos.

Se não fizermos nenhuma grande bobagem (e há sempre este risco), o caminho para a direita é prolífico. No fim, o fascismo cultural também fez com que a esquerda abandonasse os trabalhadores. Na verdade, eles estão colocando trabalhadores contra trabalhadores. Um trabalhador que for tachado de “homofóbico”, “racista”, “sexista” ou “islamofóbico” será trucidado, não importa se é um trabalhador. Na verdade, os trabalhadores são as maiores vítimas.

Assim, além da defesa da liberdade de expressão, fica nas mãos da direita a verdadeira representação dos trabalhadores.

Agora é só falarmos isso em larga escala: a esquerda hoje é a representante legítima do fascismo e do desrespeito aos trabalhadores.

Com esse discurso  adquirindo cada vez mais coerência, é um fato que nunca existiu melhor momento para ser de direita.

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1 COMMENT

  1. Formandos da Universidade de Santa Catarina se negaram a fazer o juramento de Formatura do curso superior, ao invés disso eles gritaram “FORA TEMER”

    Precisamos urgente de escolas sem partido, e de universidades sem partido.

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