Milícias de Maduro tentam espancar Lilian Tintori e dão mais uma paulada na direita debatista

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Precisamos de rótulos, como dizia Lênin, inclusive para designar aqueles que estão ao nosso lado, mas não compreendem bem o conceito de luta de classes ou grupos (por exemplo, a luta entre a esquerda e a direita).

Este blog adota alguns rótulos para a direita, como, por exemplo, a direita negacionista, que renega a luta política. Temos a direita paternalista, que adota a fé cega na crença. Temos a direita ofeliana, que vive fugindo da dura realidade. E também temos a direita debatista.

A direita debatista mantém a crença falida de que há debates a serem travados com a esquerda, e não guerras de frames e jogos psicológicos, dentre outros jogos políticos. O debatismo sofreu um duro baque com a violência na UC Berkeley contra Milo Yiannopoulos.

Eis uma outra paulada no debatismo no vídeo abaixo, que mostra a violência de milícias de Nicolas Maduro, que tentaram (mas não conseguiram) agredir Lilian Tintori, que foi conversar com Donald Trump, em uma reunião na qual ela expôs a situação terrível pela qual vive seu marido, Leopoldo Lopez, que hoje é um preso político.

Ou seja, a arrogância violenta e fascista da extrema-esquerda é tanta que eles não admitem sequer que você vá em outro país reclamar de ter um cônjuge preso politicamente. Dá para debater com essa gente?

Veja o vídeo:

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2 COMMENTS

    • Olha, eu entendo que o termo “debatedor” é muito abrangente. Eu sou um debatedor, mas não acredito que exista debate com a esquerda, por exemplo.

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