Desestatizar não é "vender riquezas brasileiras", mas tirar as mamatas da extrema-esquerda

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É incrível que ainda surja aquela gente sem dignidade e orgulho nos dizendo: “Como você pode defender ações que visam vender as riquezas brasileiras?”.

No caso, a choradeira tem a ver com a venda de uma concessão aqui e outra privatizaçãozinha ali. Muito pouca coisa perto do que seria necessário. O ideal é que fossem vendidas empresas como Petrobrás, Caixa e Correios, dentre outros bagulhos.

Quanto às tais “riquezas” brasileiras, só diz tal absurdo quem estiver sob total delírio ou de má-fé. Nenhuma dessas empresas constitui “riqueza” para os cidadãos, mas empecilhos no caminho de fornecimento de melhores serviços.

Ilude-se aquela parte dos liberais que diz que desestatizações tem a ver com “maior eficiência”. No entanto, isso não é problema nosso, mas daquele que comprar a empresa. Ele necessariamente terá que ser mais eficiente.

O problema é bem outro: estatais desnecessárias como as que citei só possuem como serventia o fornecimento de infinitas verbas para que a extrema-esquerda promova a maior farra com o dinheiro público.

Quando eles reclamam que estão sendo vendidas as “riquezas brasileiras”, na verdade estão sendo tiradas suas mamatas. Quanta falta de dignidade é preciso para lutar tanto para unicamente manter as tetas (ou ao menos a esperança de recuperá-las)?

Nada contra os funcionários concursados, mas sim contra a chefia indicada pela extrema-esquerda quando ela está no poder. O que importa é que gente decente está atrás trabalho sério, e não atrás de tetas de empresas que jamais precisariam pertencer ao Estado.

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2 COMMENTS

  1. Fora que “riqueza” nada significa se você não puder usá-la. É igual a manter uma grande quantia em sua conta corrente sem poder sacar um centavo: pouco a pouco, a “riqueza” vai sumindo.

    E não, você não saca: quem saca é o governo – e você nunca sabe quando ou quanto.

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