Ao contrário das ambições esquerdistas, dinheiro ganho por Mario Gomes na venda de sanduíches é limpo

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Uma das notícias da semana é o frisson causado nas redes sociais com a notícia de que o ator Mario Gomes, de 64 anos, está vendendo sanduíches na praia.

Ele comenta que a experiência é um teste para ele abrir um negócio no futuro, tendo pesquisado muito para chegar à fórmula ideal do sanduíche:  “Não posso revelar a fórmula porque, como todo cozinheiro, tenho meus segredos. Mas leva cebola caramelizada com chocolate especial numa determinada dosagem. Isso ajuda a amenizar o sal da carne. Os pães também são variados e diferenciados”, conta o ator, que produz a carne a seis mãos. “Eu, minha mulher e a moça que trabalha lá em casa é que preparamos tudo. Meus filhos amam. Até a verdura que o sanduíche leva é orgânica e vem da horta que tenho no meu quintal”, revelou.

Muito se especula sobre o fim da carreira artística do ator e quanto o novo trabalho não o diminui em nada. Não diminui mesmo. É um dinheiro honesto, ao contrário do dinheiro ambicionado pelo esquerdismo.

Isso nos leva à pergunta: por que a esquerda junta tanta gente que não presta? A resposta é simples até demais: é como nas demais atividades humanas. Quanto mais dinheiro podre envolvido, mais se juntam pessoas que não prestam em torno dele. Compare o tipo de pessoas que se juntou ao empreendimento de Pablo Escobar com o tipo de pessoas que se juntam para trabalhar em empresas decentes. Nem dá pra comparar. E o que é o dinheiro podre? É aquele dinheiro que vem da usurpação, do crime, do desvio e da destruição de valor. Não há maior quantidade desse dinheiro podre do que em um estado inchado. É o inverso do dinheiro limpo almejado por pessoas decentes como Mario Gomes.

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