Liberdade de contribuição sindical é urgente para tirar dinheiro podre das mãos da escória totalitária

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Uma das prioridades do deputado federal Rogério Marinho (foto), do PSDB, relator da Reforma Trabalhista na Câmara, é extinguir o imposto sindical. Ele afirma: “É necessário tornar opcional essa contribuição sindical e retirar essa obrigatoriedade. Estou falando de 15 bilhões de reais nos últimos cinco anos, são sindicatos patronais e de trabalhadores – que muitos deles não representam as suas respectivas categorias”.

Ou seja, o imposto sindical hoje é chamado de “contribuição sindical”, o que é absurdo. Só poderia ser uma contribuição se fosse voluntário. Qualquer coisa que é obrigatória não é uma contribuição, mas uma coerção.

Oriundo de coerção e ao mesmo tempo direcionado a algo que muitos cidadãos não querem pagar (pois não se fala de nenhuma prestação de serviço essencial), o imposto sindical, por ser obrigatório, é sempre dinheiro podre que abastece o que há de pior na moralidade atual. São essas pessoas que dependem desse dinheiro podre que mais lutam para nos fazer viver sob uma ditadura bolivariana.

Uma abordagem para tratar do tema seria tratá-lo pelo que ele é: não como “fim do imposto sindical”, mas como liberdade de contribuição sindical. Uma vez que os cidadãos contribuem apenas se o desejarem, aí sim eles podem chamar isso finalmente de contribuição. Com certeza os totalitários vão chorar, mas essa é exatamente a ideia. Melhor que os totalitários chorem do que o povo.

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3 COMMENTS

  1. Esclarecendo, os tributos no Brasil são classificados em: impostos, taxas, contribuições de melhoria, contribuições “genéricas” e empréstimos compulsórios. A contribuição sindical é tributo, mas não é imposto, goste-se ou não do seu nome.

  2. A propaganda do pcdob foi muito engraçada hoje, algumas vezes canalha, outras engraçadas… Disseram que a politica inclui e o mercado exclui… Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkklmkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. No limite nem seria preciso extinguir o imposto sindical. Bastaria mudar a lei e alterar os seguintes pontos: desatrelar os sindicatos da tutela do ministério do trabalho, tirar das empresas a obrigatoriedade de descontar o imposto e recolher e tornar o imposto uma contribuição. O trabalhador paga, se quiser ser representado pelo sindicato. Desta forma o sindicato teria que ir ao trabalhador, prestar a representação devida e aí sim cobrar.

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