Delações da Odebrecht apodrecem e desonram ainda mais “carreira” de Dilma

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As delações da Odebrecht deram conta de que a empresa tinha uma conta corrente abastecendo a presidência bolivariana (Lula e Dilma). As mesmas contas serviam para abastecer a BLOSTA (blogosfera estatal). Ao todo, Guido Mantega e Palocci embolsaram meio bilhão de grana suja.

Em nota, Dilma Rousseff, como sempre, negou tudo: “Apesar das levianas acusações, suspeitas infundadas e do clima de perseguição criado pela irresponsável oposição golpista desde novembro de 2014 – e alimentada incessantemente por parcela da imprensa – Dilma Rousseff não foge da luta. Vai até o fim enfrentando as acusações para provar o que tem reiterado desde antes do fraudulento processo de impeachment: sua vida pública é limpa e honrada”.

Ela disse que sempre manteve uma relação distante do empresário “de quem tinha desconfiança desde o episódio da licitação da Usina de Santo Antônio”. Dilma também afirma que “jamais pediu recursos para campanha ao empresário em encontros, em palácios governamentais, ou mesmo solicitou dinheiro para o Partido dos Trabalhadores”.

É mesmo, Dona Dilma? Então como é que se explica o fato de que Odebrecht enfiou tanto dinheiro numa campanha a partir de “negativas” da ex-presidente? Nem criança acredita nas desculpas dilmistas.

O fato é que o mito criado pelos petistas (o da “presidenta honrada que não sujava suas mãos”) virou pó de uma vez por todas. Dinheiro podre e desonra dão a marca da gestão petista. Isso vai virar marcado a ferro e fogo na testa dela.

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2 COMMENTS

  1. Nada que não soubéssemos, mas é realmente espantosa essa promiscuidade do privado com o público. Dá para dizer que a Odebrecht praticamente comandava o país. Espero que isso seja exaustivamente divulgado, inclusive no exterior, para que nunca mais alguém chame Dilma de “mulher honrada”.

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