Bia Kicis age com esperteza e pega Romi Bencke de calças curtas…

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A pastora Romi Bencke, que é conhecida tanto pelo ativismo contra o projeto Escola Sem Partido como pelo apoio incondicional a ideologia de gênero nas escolas – perceba, aí, que já há más intenções, foi pega de calças curtas pela ativista Bia Kicis, ligada ao movimento Revoltados Online. Primeiro, vamos ao vídeo:

Bia foi esperta. Primeiro ela deu corda, deixando que Romi fizesse o que era previsível, ou seja, vender aquela conversa fiada de que está ali em prol do debate, da liberdade de expressão. Tudo muito bonito no discurso, é claro. Porém, bastou que a interlocutora revolvesse a questão de forma mais objetiva para que ela se desequilibrasse. Quando Bia Kicis propõe que a ideia do projeto Escola Sem Partido é, justamente, promover a pluralidade de ideias dentro das escolas, fica nítido que Romi Bencke não sabe bem como reagir. Foi uma bela jogada.

A grande sacada de Bia Kicis foi ter usado uma das principais regras de Alinsky, que é fazer o inimigo sucumbir pelo próprio livro de regras. Romi Bencke tinha acabado de dizer que aprendeu a “reafirmar o valor da diversidade”, então Bia afirma que o Escola Sem Partido quer exatamente isso: diversidade, que é o oposto do que se tem hoje, quando professores ligados a movimentos de esquerda simplesmente partidarizam suas aulas. Aí, Bia pergunta: “Isso não é a diversidade? Não é o pluralismo que vocês dizem defender?” Romi responde com um sonoro “não”, entregando os pontos.

É óbvio para qualquer pessoa minimamente inteligente que a esquerda radical não quer diálogo algum, muito menos pluralidade de ideias. Se assim fosse Romi Bencke, que apoia o ensino da ideologia de gênero nas escolas, também seria favorável ao ensino de liberalismo econômico, ou patriotismo, entre outras coisas que nada têm a ver com a grade curricular de ensino das escolas. Sabemos, no entanto, que não é assim. Se um professor hoje ensinasse ideias liberais em uma escola de ensino médio, ele certamente sofreria todo tipo de perseguição por parte destas mesmas pessoas. O que elas querem é o monopólio.

Bia mandou bem e colocou Romi Bencke em uma situação desconfortável. Uma bela sacada.

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4 COMMENTS

  1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    E pior é saber que os luteranos aturam essa ai… putz!

    bom, ja estava notando um movimento estranho na igreja luterana ha alguns anos, e aquela historia de ocupação de espaço dos esquerdistas só se confirmou.

    Ainda da tempo de reverter, é hora de abrir os olhos desse povo!

  2. Pastora e de esquerda? É para acabar

    Mas que lixo todo esse processo. É cpi, é debate, é discurso só para dizer que o professor não pode doutrinar dentro das escolas.

    Como se papel fosse mudar alguma coisa… mulheres da “Maria da Penha” que o digam

    • Concordo em parte com você.. De fato, não é um papel que vai mudar isso. O problema é que esses professores já vem doutrinados das faculdades(é lá que a coisa começa) e apenas levam o doutrinamento adiante. Por outro lado, é importante chamar a atenção das pessoas para a questão e esse é o mérito, na minha opinião, do Escola Sem Partido. Quanto aos efeitos práticos disso, acho que ainda vão demorar…

  3. Tem uma ala na Igreja Luterana que é uma vergonha. A EST, Escola Superior de Teologia, localizada em São Leolpoldo RS, era um centro de estudos teológicos reconhecido internacionalmente pela sua qualidade. Hoje, não passa de um antro de comunistas que despeja levas de “pastoras” e “pastores” doutrinados que saem por aí envergonhando os luteranos. Parabéns para a Bia!

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