Ana Campagnolo processa orientadora por perseguição ideológica. Atitude correta!

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Saiu no UOL:

“A professora de história Ana Caroline Campagnolo, 26 anos, busca na Justiça de Santa Catarina desde julho de 2016 uma indenização de mais de R$ 17 mil de sua ex-orientadora por alegar que foi discriminada por ser antifeminista e cristã. O caso tem causado polêmica. Enquanto a ala conservadora, como a Escola Sem Partido, apoia Ana, importantes entidades do Ensino Superior publicam moções de repúdio.”

A atitude é correta, faz parte da estratégia de ativismo jurídico – ou judicial – que a extrema-esquerda implementa há anos para tentar silenciar seus oponentes, com a diferença de que neste caso trata-se de uma ação realmente justa. Ana é conhecida justamente por denunciar a doutrinação nas escolas de Santa Catarina, e ficou famosa após um vídeo na Assembleia Legislativa do estado a respeito do assunto.

De fato estava na hora de a direita começar a se mobilizar neste sentido. O caso de Ana deve ser replicado em outros lugares, isso acabará criando jurisprudência sobre casos similares. Se mais processos como este forem abertos, a tendência é que com o passar do tempo os radicais intolerantes da esquerda se sintam acuados e parem ou diminuam o ritmo com esse tipo de perseguição ideológica. O que não dá é para “deixar quieto”.

A propósito, esta foi uma boa semana para a direita pragmática. O caso de Doria com a Amazon, o oportunismo inteligente da É, Realizações e do Instituto Mises Brasil, diversas pauladas em cima de Gilberto Dimenstein e a queda da narrativa de que a Venezuela era uma democracia.

Em tempo: neste vídeo, temos a descrição completa da perseguição sofrida por Ana Campagnolo:

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5 COMMENTS

  1. Viva, finalmente! Chega de ficar só reclamando. Se a aluna foi realmente discriminada , tem que tomar as devidas providências legais. Que outros assediados façam o mesmo.

  2. Falando em ativismo judicial, vocês viram que o Gilberto Dimenstein lançou uma petição contra o Jornalivre?
    Olha o que o sujeito escreve:

    “Fui vítima de informações caluniosas do Jornalivre, associado ao MBL (Movimento Brasil Livre). Mas ninguém consegue dizer quem é o responsável por esta publicação – eles figuram em várias listas de sites que mais divulgam informações falsas no Brasil. (…)”

    “Criamos uma parceria com Departamento de Crimes Eletrônicos do Estado de São Paulo, através do seu responsável, o professor de Cybercrimes e Direito Eletrônico da Academia de Polícia de São Paulo, José Mariano de Araújo Filho. Ele disponibilizou um email para que as pessoas mandem pistas para elucidar quem é o autor legal do Jornalivre. (…)”

    O link da petição: https://www.change.org/p/ajude-a-descobrir-o-dono-do-site-fantasma-que-dissemina-mentiras-que-prejudicam-o-brasil

  3. Fia, se tu entra num programa de mestrado que tem uma linha de pesquisa, com um referencial teórico firmado, é esse o pensamento: não é doutrinação, querida, é a linha construída do programa, o programa de pós-graduação oferta um campo de pesquisa! Está na descrição do programa. Se tu quer fazer pesquisa pra confirmar teu pensamento, tem que procurar um programa que pesquise o que tu quer, entendeu? Você pode ter divergência? Claro que sim! Mas não pode exigir que os professores da linha, que se especializaram e estudaram um campo, um referencial teórico, ofertem outro referencial teórico, deem aula sobre outro referencial, no qual eles não tem acúmulo. Isso não é doutrinação – até porque num PÓS-GRADUAÇÃO falar em doutrinação, é foda, né? Acaso tá cheio de bebês que não conhecem a estruturação dos campos de pesquisa e conhecimento.
    Vai pra um instituto de pesquisa que estuda a teoria da evolução levar teu pensamento criacionista, pra tu ser doutrinada também, amiga, vai!
    Outra coisa: se você acha que a misoginia e a perseguição promovida pela instituição da igreja cristã contra os diferentes dela é a mesma coisa da reação que as pessoas tem a esse ódio, você precisa voltar pra sala de aula!

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